Um panorama da relação Bolsonaro-Moro-Guedes frente aos ataques da mídia até 2022 (veja o vídeo)

Os grandes veículos de comunicação a serviço do sistema derrotado nas eleições de 2018 dobraram a aposta em 2019 e triplicaram em 2020. Os ataques se intensificam e parte do público já foi perdido, pois é massa de manobra desses veículos. A tendência, infelizmente, é piorar, pois essa parte da mídia e outros grupos de poder não têm chance de sobrevivência se não ser acabar com Bolsonaro.

Sabendo que Moro é peça chave no Governo, uma das principais metas da oposição é rachar a equipe do Presidente. Por ora, é pouco provável que isso aconteça, mas essa hipótese não pode ser excluída.

Afinal, não seria prudente subestimar o sistema criminoso que tem uma máquina gigante de mídia na mão. Para evitar uma reeleição de Bolsonaro vale tudo, até armar intrigas para jogar Moro contra ele.

O sucesso de outras possíveis candidaturas, inclusive a de Moro, depende do quão forte Bolsonaro chegará em 2022. Para ainda ser o favorito, o Presidente precisa ter sucesso num ambiente complexo e pouco favorável, repleto de inimigos poderosos, de falsos amigos e de armadilhas.

Uma coisa é fato: quem torce por Bolsonaro não terá vida fácil, precisará ter muita resiliência frente às investidas que tentarão tachar de fanático qualquer um que ouse continuar apoiando o Governo. Detalhe: apoiar Bolsonaro não significa crer que ele esteja livre de erros. Pelo contrário. Significa que é impossível não errar ou não sofrer danos diante de tantos ataques.

Neste vídeo, analiso como Moro e Paulo Guedes se relacionam com a trajetória de Bolsonaro até 2022.

Herbert Passos Neto

Jornalista. Analista e ativista político.

Comentários