O bolo de chocolate com cebola da Folha para atacar Bolsonaro

O impeto anti bolsonarista do jornal Folha de S. Paulo não vê uma luz no fim do túnel. Parece que, a cada dia, seus jornalistas optam por vender mais uns resquícios de credibilidade por um punhado de elogios dos ideopatas de esquerda de plantão.

Dessa vem, um editorial do jornal traz uma matéria intitulada “Veja falas preconceituosas de Bolsonaro e o que diz a lei sobre injúria e racismo”. A iniciativa patética teve a manchete cuidadosamente elaborada para induzir os desavisados e os ingênuos a vincular o presidente aos crimes de injúria e racismo, mesmo sem ele ter qualquer relação com tais crimes.

Reparem bem na separação: “Veja falas preconceituosas de Bolsonaro” e “veja o que diz a lei sobre injúria e racismo”. A trupe simplesmente selecionou duas coisas sem qualquer ligação, juntou tudo em um amontoado desconexo e bolou uma manchete conveniente à sua agenda política. Se a Folha estivesse escrevendo uma receita culinária, essa matéria seria um bolo de chocolate com cebola.

Diz a Folha:

“em ataque a uma jornalista [Thaís Oyama], Bolsonaro acabou acertando outro alvo: a comunidade de japoneses e descendentes no Brasil.”

Aqui não fica claro: estaria a Folha dizendo que Bolsonaro ofendeu os descendentes de japoneses ao vinculá-los à jornalista? Isso não seria uma ofensa à jornalista? Para a folha, é preconceituoso chamar uma descendente de japoneses de japonesa. Deve haver algum grau de deficiência cognitiva coletiva aqui.

Diz a folha também ser preconceituosa a seguinte frase do presidente, dita durante visita ao Japão:

"Peixe só se for frito. Não gosto da comida à base de peixe, sem ser peixe frito ou ensopado"

Ou seja, a Folha acredita que não gostar de sushi é um preconceito criminoso da parte do presidente.

E a lista de menções patéticas segue...

Em primeiro lugar, as tais frases preconceituosas não passam de brincadeiras e opiniões do presidente. Nenhum dos exemplo citados pelo tabloide demonstra qualquer tipo de preconceito mal intencionado ou discriminatório por parte de Jair Bolsonaro.

Em segundo lugar, justamente por esse motivo, é impossível qualificar qualquer das frases mencionadas como crimes de injúria e racismo. Tanto é verdade que a Folha não ousa mencionar qual das falas viola qual lei. Ela simplesmente menciona as falas de Bolsonaro e em seguida menciona as leis em questão.

O objetivo aqui é claro: desgastar o governo através dos desatentos, dos ingênuos e dos ideólogos ávidos por narrativas anti bolsonaro. Vale qualquer coisa, inclusive fazer parecer que o presidente cometeu crimes sem qualquer embasamento.

Assim como um bolo de chocolate com cebola, o resultado é fétido e patético.

da Redação

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