Finalmente um presidente com CORAGEM de pôr o dedo na ferida na questão do combustível

Bolsonaro jogou no peito dos governadores.

O desespero bateu forte.

Dória, o rei do "Populismo Lacoste Rosa", veio acusar o presidente de populismo.

Deve ser. Se o doutor em populismo está dizendo, deve ser.

A diferença é que o "populismo" funcionou. Foi um populismo ESTRATÉGICO.

O Presidente SABIA que NENHUM dos governadores, mesmo aqueles eleitos com discurso de "Estado Mínimo", abriria mão dos tributos. Não tem jeito. São muitas tetas sendo mamadas, pra cortar o "leitinho".

Os argumentos são sempre os mesmos:

"Não podemos abrir mão de receita".

E o cidadão? Pode continuar abrindo mão do fruto do seu suor, para sustentar a gigante e ineficiente máquina pública?

Como, então, vamos CRIAR receita, se somos sufocados diuturnamente?

O que o presidente fez foi EXPOR a hipocrisia em roupas íntimas. Mostrar que o problema do Brasil não é e passa longe de ser somente o Governo Federal. Somos sugados em todas as instâncias.

Há poucos meses das eleições municipais, serve o alerta.

Que tal começarmos a olhar para a base da pirâmide? Como os prefeitos agem com as contas municipais? Quais as propostas dos candidatos?

Conheço muitos, inclusive o da minha cidade, que foram eleitos com propostas de austeridade, mas só souberam esfolar o cidadão, das mais variadas formas.

O presidente já acabou com a farra dos radares, nas Rodovias Federais. E nas avenidas da sua cidade? Como está a indústria da multa?

O presidente já reduziu DPVAT. E o IPTU? Quanto tem pago de aluguel, para a prefeitura, sobre a sua propriedade?

Talvez seja a hora de pararmos de votar em discursos vazios e EXIGIRMOS ações reais.

Se queremos que o Estado tire a mão dos nossos bolsos, precisamos começar a cobrar providências dos governantes mais próximos, nos municípios.

Para reagir ao assalto dos impostos, nossa única arma é o VOTO!

"Uma nação que tenta prosperar a base de impostos é como um homem com os pés num balde tentando levantar-se puxando a alça." (CHURCHILL, Winston)

Felipe Fiamenghi

O Brasil não é para amadores.

Comentários