Augusto Nunes rebate e encurrala Ciro em caso que envolve a morte de miliciano: "Oportunista de quinta categoria" (veja o vídeo)

O jornalista e analista político, Augusto Nunes, rebateu as críticas e acusações infundadas que o ex-candidato à presidência pelo PDT, Ciro Gomes, fez ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

Ciro, afirmou que que se o ministro não esclarecer a morte do miliciano Adriano da Nóbrega, e sua suposta ligação com a família Bolsonaro e com a morte de Marielle Franco, Moro será um “cúmplice”.

“Se Sérgio Moro não esclarecer cabalmente este estranhíssimo encadeamento de fatos que inequivocamente estabelece vínculos entre Bolsonaro, filhos e mulher, Queiroz, as milícias do RJ e o assassinato de Marielle e Anderson, terá se transformado em cúmplice”, escreveu Ciro em suas redes sociais.

Augusto Nunes não perdoou a atitude desprezível do ex-governador do Ceará e explicou com exatidão os fatos envolvendo a morte do miliciano.

O jornalista salientou que a operação foi feita pelas polícias do Rio de Janeiro e da Bahia, ou seja, policiais comandados pelos governadores, Rui Costa (PT) e Wilson Witzel (PSC) respectivamente - um petista e um inimigo declarado da família Bolsonaro.

Este fato faz cair por completa a tese invencionista de “queima de arquivo” criada pela extrema-esquerda. Pois o interesse de interrogar o tal miliciano, sem dúvida seria de suma importância para estes líderes opositores ao Governo Bolsonaro, segundo Augusto Nunes.

“O Ciro Gomes é realmente um oportunista de quinta categoria. [...] O Moro não tem nada com isso, ele é responsável por todas as operações agora? Como culpá-lo? Isso é um oportunismo ‘raso’”, disse o jornalista.

E continuou…

“O engraçado é que o Ciro não viu nada disso, nenhuma teoria, nenhuma conspiração na morte do Celso Daniel. Ele serviu ao governo presidido pelo homem (Lula) que é suspeito neste caso. O PT merece essa suspeição que carrega nas costas desde a morte do prefeito de Santo André”, rebateu Augusto Nunes.

Confira:

da Redação

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