Petra paga mico no Oscar e Bolsonaro mita (veja o vídeo)

Ana Petra Costa não ganhou o Oscar com seu Democracia em Vertigem.

Poderia ter ganho, talvez, caso não carregasse em sua própria genética, neta que é de Gabriel Donato de Andrade, fundador da construtora Andrade Gutierrez - empresa envolvida no lamaçal petista de corrupção que assolou este país - o vírus do comunismo de IPhone.

Assim como seus pais, socialistas de carteirinha, militantes e ativos, Petra enxerga o mundo sob uma ótica muito especial: a dos humanistas de araque, cuja própria sobrevivência - e privilégios - depende da exploração do suor alheio.

A mentira que é seu pretenso documentário - em tudo um comercial da capenga esquerda brasileira e de seu capo - é a mentira de suas vidas. E a alienação profunda em que vivem.

Mas não foi por ser uma narrativa mentirosa que Petra perdeu.

Perdeu porque o filme é uma merda mesmo.

Os seus concorrentes - deixando de lado o duvidoso critério e qualidade do prêmio e da academia que o outorga - eram melhores.

E muito.

For Sama, da jornalista síria Waad, por exemplo.

Mas entende-se: a cineasta não tinha alternativa. A escolha era entre contar a verdade ou criar uma narrativa fantasiosa.

E enquanto Petra perdia o Oscar, Bolsonaro era ovacionado por uma multidão de evangélicos no estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Veja o vídeo

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Marco Angeli Full

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Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

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