CPI da Chapecoense exige justiça para as famílias das vítimas, que não receberam indenização até hoje

Em novembro de 2016, a queda do avião que levava o time da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, deixou o Brasil chocado. A aeronave levava 77 pessoas, sendo que 71 morreram e 6 sobreviveram. As famílias das vítimas pediram ajuda ao governo federal, pois até hoje o caso não foi elucidado e não receberam nenhuma indenização.

Em entrevista exclusiva à TV Jornal da Cidade Online, o senador Jorginho Mello (PL-SC), que preside a CPI da Chapecoense, destacou que o time estava representando o Brasil, por isso é um dever ajudar as famílias que perderam as pessoas que amavam.

“Queremos que as companhias de seguro arquem com suas responsabilidades. Vamos até o fim! Essa CPI não é para fazer sensacionalismo, não é para aparecer. Nós entramos para chamar o governo brasileiro, chamar o ministro Sergio Moro, o ministro Ernesto Araujo. É um assunto do Brasil. As famílias das pessoas que morreram estão ao léu. Temos que dizer para eles quem deu a autorização de voo, por que deixaram o avião voar se não tinha gasolina? Por que não pagaram até agora? Vamos fazer com que as famílias sejam indenizadas e respeitadas”, destacou o senador.

Segundo os advogados, o valor devido pelas seguradoras Aon, Tokio Marine Kiln e Bisa, que seriam as responsáveis pelas apólices de seguro, varia entre US$ 4 milhões e US$ 5 milhões para cada família (entre R$ 16 milhões e R$ 21 milhões).

da Redação

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