A OAB, o viés ideológico, a parcialidade, a falta de representatividade e o descompromisso com a sociedade

Mais uma nota totalmente precipitada da OAB nacional.

A partir do momento que apoia a jornalista da Folha de S.Paulo, a autarquia também afirma indiretamente que Hans River mentiu na CPI.

Contudo, não há nada que justifique desacreditar o depoimento de Hans River no que tange a possível proposta de favores sexuais em troca de informações supostamente pretendidas pela jornalista.

Dar crédito a versão da jornalista (branca e bem sucedida) e desacreditar o depoimento de Hans River (negro e humilde), apenas demonstra um certo preconceito dos autores da nota, o tal do racismo institucionalizado na linguagem progressista moderna.

Por que a palavra de um valeria mais do que a do outro?

Esta conclusão só poderia ser assumida por instituições como a OAB após um longo processo acerca do assunto. Antes disso, é apenas uma declaração típica de torcedores ...

De qualquer forma, recordar é viver:

1. Ator da Globo ofendeu a secretária de cultura Regina Duarte. OAB se cala.
2. Advogado de políticos ofende a ministra da família Damares Alves. OAB se cala.
3. O presidente da OAB ofende a advogada Flavia Ferronato. A OAB se cala.

Todas essas vítimas eram mulheres e foram violentamente atacadas por homens covardes, mas como elas foram rotuladas de mulheres com ideologia política da direita, parece que os direitos humanos da OAB nacional não serve para elas.

(Texto de Pierre Lourenço. Diretor Jurídico do Instituto Nacional de Advocacia – INAD)

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