Conhecer o inimigo é fundamental

Querem saber por que é tão difícil “desesquerdizar” a sociedade?

Querem saber por que a cultura está toda tomada por esquerdistas, por que não existe um único veículo conservador na mídia “mainstream” e por que o setor educacional é território ocupado pela esquerda extremista?

Unicamente por causa do gramscismo, que, inobstante seja criação italiana, floresceu aqui no Brasil como em nenhum lugar do mundo.

O gramscismo instituiu no nosso país uma HEGEMONIA, sobre a qual tratei em um texto recente que pode ser acessado aqui:

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/18713/a-hegemonia-da-esquerda-na-cultura-permite-que-freixo-se-sinta-a-vontade-para-dizer-temos-que-destruir-o-governo-bolsonaro

Por favor, leiam com atenção o seguinte excerto, extraído de um livro escrito por uma jornalista italiana e ativista feminista dos anos 70, que chegou a se eleger para o Parlamento Italiano naquela década, e reflitam sobre cada uma das palavras lá postas, e seu significado:

“Esse sistema ideológico envolve o cidadão por todos os lados, integra-o desde a infância no universo escolar e mais tarde no da igreja, do exército, da justiça, da cultura, das diversões, e inclusive do sindicato, e assim até a morte, sem a menor trégua; essa prisão de mil janelas simboliza o reino de uma hegemonia, cuja força reside menos da coerção do que no fato de que suas grades são tanto mais eficazes quanto menos visíveis se tornam.” (MACCIOCHI, Maria Antonieta. A favor de Gramsci, Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976, p. 151)

O livro foi traduzido para o português, obviamente, como mostra a imagem, e pode ser adquirido em qualquer sebo que se preze.

Para saber como o inimigo pensa e age, temos que conhecê-lo.

Sim, eu leio Gramsci! Leio para explicar a quem quiser ouvir (perdoem a minha pretensão ou presunção) o seu método, para que saibamos detectá-lo e desmontá-lo imediatamente, sempre que ele aparecer na nossa frente, na sociedade, por onde quer que passemos.

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