“Ser abjeto” é quem tenta fraudar um pleito e acusa injustamente o adversário

Nesta terça-feira (18), Fernando Haddad chamou o presidente da República de “ser abjeto”.

O “poste de presidiário” embasou sua ofensa em uma declaração que Jair Bolsonaro deu sobre a jornalista militante Patrícia Campos Mello, do jornal Folha de S.Paulo.

O presidente disse o seguinte:

“Ela queria um furo. Ela queria dar o furo a qualquer preço contra mim”.

A Folha, eterna vítima, incontinenti publicou matéria com a seguinte manchete: “Bolsonaro insulta repórter da Folha com insinuação sexual”.

Haddad, sempre inescrupuloso, aproveitou a oportunidade e partiu para a ofensa:

“Um ser abjeto na presidência da República. Bolsonaro insulta repórter da Folha com insinuação sexual.”

Não é sem razão que Haddad se tornou poste de um criminoso.

“Ser abjeto” é quem comparecia periodicamente na cadeia para ouvir ordens do chefe.

“Ser abjeto” é quem na ânsia de conquistar votos advindos da Igreja Católica, se disfarça de “fiel católico” e comunga.

“Ser abjeto” é quem faz disparos em massa na campanha eleitoral e, na maior cara de pau, acusa o adversário de ter feito.

“Ser abjeto” é quem deixa a prefeitura da maior cidade do país com mais de 30 processos para responder.

“Ser abjeto” é Fernando Haddad.

Otto Dantas

Articulista

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