Investigação no Vaticano tem apreensão de documentos e computadores

Imediatamente após a visita do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Papa Francisco, a investigação conduzida pelo promotor de Justiça do Tribunal do Vaticano, Gian Piero Nilano, teve novo andamento.

A visita de Lula, claro, é mera coincidência, mas não deixa de chamar a atenção.

Afinal, o Papa tem traumatizado a Igreja Católica oferecendo apoio a criminosos como Lula.

Segundo a Revista Crusoé, “na manhã desta terça-feira, 18, foram apreendidos computadores e documentos no escritório e na casa de Dom Alberto Perlasca, ex-chefe do Gabinete Administrativo da Primeira Seção da Secretaria de Estado da Santa Sé”.

A reportagem acrescenta que, “a apreensão é parte de uma investigação conduzida pelo promotor de Justiça do Tribunal do Vaticano, Gian Piero Milano, sobre gestão de fundos e propriedades. Em outubro do ano passado, cinco funcionários da Santa Sé foram suspensos. Perlasca é o sexto suspeito na investigação”.

“A medida, tomada no contexto da investigação sobre investimentos financeiros e no setor imobiliário da Secretaria de Estado, deve ser vinculada, ainda que em conformidade com o princípio da presunção de inocência, ao que emergiu dos primeiros interrogatórios dos funcionários investigados e suspensos à época”, diz um comunicado da Santa Sé.

“No dia 15 de fevereiro, o papa Francisco mencionou o caso em um discurso. Ele falou de ‘situações financeiras suspeitas que, além da de natureza ilícita, são difíceis de conciliar com a natureza e os propósitos da Igreja e que geraram desorientação e mal-estar na comunidade dos fiéis’”, concluiu a reportagem da revista.

da Redação

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