Falando o óbvio para desconstruir mais uma cantilena da extrema imprensa e da esquerda... (veja o vídeo)

É tão chato ter que falar o óbvio, mas infelizmente no Brasil quem se propõe a desmontar narrativas falaciosas é obrigado a fazê-lo:

- O Presidente da República não foi “grosseiro com uma jornalista”, mas sim com uma militante de extrema-esquerda, que usa o fato de ser jornalista para fazer política suja e aética.

- O Presidente da República falou que a jornalista em questão queria “DAR UM FURO de reportagem” a qualquer preço contra ele, o que é bem diferente de “ela queria DAR O FURO”.

- Quem desvirtua a fala e coloca nela duplo sentido é a própria esquerda, que acha normal:

(1) Um ex-presidente se referir às “mulheres de grelo duro”.
(2) O mesmo ex-presidente dizer que uma investigada em operação policial em um passado próximo, ao receber a visita de 5 policiais federais na sua residência, de manhã bem cedo, achou que “tinha recebido um presente”.
(3) Um dos maiores advogados do Brasil dizer que os pais de uma Ministra de Estado não deveriam ter feito sexo, para ela (a Ministra) não ter nascido.
(4) Ou ainda, o presidente da OAB chamar de puta uma advogada na rede social, para ofendê-la gratuitamente.

- Hans River, a testemunha que os congressistas de esquerda dizem ter mentido na CPMI, já havia prestado depoimento ao MPF em dezembro de 2018 e falou exatamente a mesma coisa. Parece evidente que ele não mentiu. Veja o vídeo (nenhum mentiroso sustenta a mesma história, em novo depoimento, mais de um ano depois).

- A Folha de S.Paulo criou uma reportagem mentirosa e criminosa contra o Presidente da República, foi desmascarada, e agora parte para o movimento mais óbvio de um “esquerdista”: auto-vitimização e negação dos fatos.

- Não há qualquer “movimento de indignação” das mulheres contra a fala do Presidente da República, que vem sendo vítima desses absurdos ataques de narrativa mentirosa, criada pela Folha de S.Paulo e pela jornalista em questão há um ano.

- Se indignação das mulheres há, é contra a intenção de uso, por parte da militante de extrema-esquerda travestida na função de jornalismo, do sexo como meio de obter o que pretende para sua reportagem infamante. Isso sim indigna toda mulher de bem (e todo homem também, na verdade).

- O que há, de fato, é a Guerra Cultural sendo lutada, ao vivo, pelo Presidente da República e a sociedade de bem contra a dominação hegemônica de esquerda provocada pelo Gramscismo: a cada pequeno avanço de nossa parte (da sociedade de bem), a reação é um desproporcional histerismo totalmente irracional e irascível.

Se você não consegue enxergar isso, está com a visão turva ou, desculpe informá-lo, é, de fato, um esquerdista cooptado e nem percebe (como toda vítima do Gramscismo).

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