Uma constatação que denota a “guerra cultural” que o país está travando

José de Abreu, ator-militante de extrema-esquerda: “Vagina não transforma uma mulher em um ser humano”.

Essa frase foi dita apenas porque a atriz Regina Duarte foi convidada pelo Presidente da República a assumir a Secretaria da Cultura.

Nenhum desses aí que agora estão indignados porque o Presidente usou a expressão “furo de reportagem” em um contexto onde a jornalista Campos-Mello teria se oferecido sexualmente para Hans River (um negro que não vem sendo defendido pelo “coletivo negro” ou alguma entidade dessas) falaram nada à época quanto à agressão de José de Abreu.

“Ah, mas ele (José de Abreu) não é Presidente da República”, dizem uns.
“Mas artista é assim mesmo”, dizem outros.

E eu, Guillermo Federico, digo o seguinte: esse é um dos males do mundo, a relativização. A indignação e a defesa da honra vale para uns, mas não para outros. O respeito vale para uns, mas não para outros. A liberdade de expressão vale para uns, mas não para outros.

Se você não fizer parte da Esquerda, sua vida, valores morais e aspectos legais é completamente relativizada, e todos estarão contra (você).

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