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Não há termos de comparação entre uma prostituta e uma jornalista militante

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É errado comparar jornalista militante com prostituta, como muitos estão fazendo nas redes sociais.

A prostituta não engana ninguém.

A prostituta não quer o mal do Brasil e nem defende a volta do lulopetismo/psolismo ao poder.

A prostituta assume que vende sexo, e não finge ser o que não é.

Uma prostituta tem muito mais decência e dignidade do que dez jornalistas militantes juntas.

E tem mais: qualquer bordel de beira de estrada é administrado com mais transparência, honestidade e brio do que as empresas jornalísticas que abrigam, empregam e defendem jornalistas militantes.

(Texto de Marco Frenette)

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