O dólar nas alturas: o novo mantra da seita do Lulopetismo

Eis o novo mantra da seita do Lulopetismo: “Nunca antes na História ‘dessepaís’ o dólar esteve tão caro”. O economista e PhD em Business Administration, Samy Dana desmascara o mantra. (Veja post após meu texto)

Só para esclarecer: O dólar mais caro, desde a instituição do Real, ocorreu em 22/10/2002. E isto porque o Mercado estava, na época, em polvorosa com a recente eleição de Lula naquele ano fatídico. E o Mercado sempre tem razão.

Hoje, é preciso dizer, o dólar ganha valor em todos os países, graças à pujança da economia de Trump.

No Brasil, os juros, hoje os historicamente mais baixos, são o principal fator de alta do dólar.

Claro, até um petista até poderia entender isso, não fosse a tal de Imunização Cognitiva: com investimentos financeiros menos rentáveis, os grandes investidores (financeiros!) recolhem seus dólares e vão pescar em outra freguesia. Menos dólares na praça, mais caro esta moeda se torna.

A lei da oferta e da procura - ao contrário das leis criminais, quando o bandido veste colarinho branco - funciona até no Brasil.

Doeu muito, petista?

José J. de Espíndola

Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC. Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.

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