Em aula de direito, advogados detonam a questão do impeachment por “furo” da jornalista da Folha (veja o vídeo)

Os brasileiros que apoiam o governo são chamados de fascistas, nazistas, robôs... De acordo com a advogada Dênia Magalhães, quem está se sentindo ofendido pode recorrer à justiça.

“Nossa defesa é feita dentro da lei. Temos sim que buscar nossos direitos, a verdade e a justiça”, afirmou Dênia.

Há também pais e mães que percebem a existência de conteúdo ideológico ou comunista nos livros didáticos dos filhos, e mesmo alunos constrangidos em escolas por não concordar com a ideologia dos professores. O advogado Alexandre Leuzinger orienta a população sobre o que fazer nesses casos.

“As mães devem se dirigir à diretora da escola, reclamar, fazer valer seus direitos. Não é possível que o estado doutrine crianças a adolescentes, impondo a esses jovens uma ideologia absolutamente nefasta, que não faz parte dos valores e conceitos dos pais dos alunos. Os pais também podem recorrer à justiça denunciando eventuais abusos”, destacou o advogado.

Mais uma fake news para derrubar o governo

Os advogados comentaram também sobre o pedido de impeachment do presidente Bolsonaro, baseado mais uma vez em uma falsa narrativa da esquerda, alegando que o presidente havia cometido violência sexual contra uma jornalista da Folha de São Paulo.

“É óbvio que, juridicamente, não há nenhuma relação entre o que ele disse e um possível impeachment que possa ser pedido contra ele. O presidente quis ser referir justamente ao furo jornalístico, um jargão de amplo conhecimento. O que está havendo é uma forçação de barra absurda”, ressaltou o advogado.

Para a esquerda, tudo depende de quem fala

Em maio de 2019, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, chamou uma advogada de “puta” nas redes sociais, e não foi afastado por isso.

“Depende realmente de quem fala. Lamentavelmente, o que a gente vê na OAB é a utilização da Ordem para agenda política de quem está lá. Foi uma conduta gravíssima, a meu ver, e não houve nenhum movimento do conselho para afastá-lo [o presidente da OAB], ou fazer qualquer desagravo à advogada, e ele foi claro no que quis dizer. Não houve reação também contra outras ofensas perpetradas contra mulheres, mas mulheres que não rezam conforme a cartilha dos partidos de esquerda”, completou a advogada Dênia Magalhães.

Veja o vídeo:

da Redação

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