Sobre a declaração do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciando a própria santidade

Psicopatia não é doença. Nunca foi. No máximo, condição patológica. Trata-se de um traço da personalidade, de um desvio do caráter, que fique bem claro.
Gente assim pode trazer potencial destrutivo bem variável, que resulta da combinação de incontáveis variáveis, como por exemplo: a função que o "coiso" desempenha na sociedade; se ele atua em organização privada ou pública; o poder de influência do cargo sobre os subordinados e o de sua caneta para a sociedade (bingo!); da natureza do indivíduo; de seus anseios e ambição.. e mais um sem-fim de elementos indicam o risco que cada um deles representa à sociedade.
Cartas à mesa:
"Uma coisa que me orgulho é que não tem nesse País uma viva alma mais honesta do que eu" (sic).
A declaração em foco é de Luiz Inácio Lula da Silva em entrevista concedida aos 20 dias de janeiro de 2016. Ok.
O psicopata, grosso modo e genericamente falando, é incapaz de exercitar empatia, sequer alcança sentido e significado do conceito de "escrúpulo", age com extrema frieza, lança mão de sua capacidade de manipular as pessoas que é baseada em grande sensibilidade que lhe permite antecipar reações alheias. O fato de que cada indivíduo é um universo distinto, o que faz da análise desses sujeitos matéria que nunca se esgotará e sempre causará espanto, por um motivo ou outro.
A distinção entre um canalha e um doente é necessária pois uma pessoa que padece de patologia qualquer, sofre de um mal do homem, do ser humano. Já o canalha é a materialização de uma chaga da humanidade, ele é o mal. Nada que boa forja (fogo e porrada) não possa auxiliar na reversão - nem que seja longo de muitas existências.
Não carece ser uma Hilda Morana (autoridade máxima na lida e estudo da psicopatia) da vida pra sacar esses tipinhos.
Vai daí que até um leigo, feito eu, lança mão do direito de expressão pra analisar fria e públicamente o comportamento de uma figura que deveria conseguir o mínimo respeito, quando não suscitar a caridade alheia que o privassem deste vexame. Não, nem isso o infeliz consegue.
Lula demonstra a todos nós que mesmo o psicopata mais frio, mais articulado e sem-vergonha (no estrito sentido da expressão), está sujeito a verem abaladas sua confiança e segurança. Como?
Elementos como a frieza e a desenvoltura com que o canalha se esquiva em qualquer das investidas que lhe põe as intenções à prova, são comprometidos de forma importante quando ele se vê diante da iminência de ser irremediavelmente desmascarado, mas ainda não é isso que o desconstrói, mas a possiblidade concreta de se ver punido.
Vejo a declaração de Lula como uma manifestação involuntária e incontrolável, verdadeiro ato falho, produzido pelo descontrole de quem jamais fora confrontado de forma incisiva.
O teor do que nos falou o ex-Presidente, nos diz e denota que se ele possuiu algum dia senso crítico (mesmo que deformado), hoje já não dispõe sequer de um "senso do ridículo". Isto é, está o ex-Presidente agonizando desesperadamente de privação de juízo pressionado pelas circunstâncias.
O monstrinho mentiroso convulsiona deliciosamente diante de todos.
E quer saber?
Eu acho é pouco.
Eu quero é mais!
Bom dia.
João Henrique de Miranda Sá

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João Henrique de Miranda Sá

Jornalista independente em Campo Grande - MS.

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