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"Urna eletrônica é inconstitucional" (veja o vídeo)

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Parece que os únicos que aprovam a urna eletrônica são o Brasil e a Venezuela. Nossa urna eletrônica foi considerada inconstitucional em outros países. Isso mostra que a contagem secreta dos votos é um verdadeiro perigo à democracia. Em ano de eleição municipal, devemos ficar mais atentos ainda a esta questão. A Frente Parlamentar Mista pela Contagem Pública dos Votos luta justamente por mais transparência no processo eleitoral, como explica o deputado Daniel Silveira (PSL-RJ).

“Essa frente é importante porque a Lei nº 13.165/15 [que determinava a impressão do registro de cada voto para conferência do eleitor] foi desrespeitada pelo STF, tornada inconstitucional. Inconstitucional é o voto eletrônico da maneira que é aplicado”, ressalta o deputado.

Silveira lembra das últimas eleições, na quais o presidente Bolsonaro foi eleito com 57,7 milhões de votos.

“A margem com a qual o presidente Bolsonaro ganhou as eleições foi pequena, o que seria impossível matematicamente, pois, pelo clamor popular, ele venceria com uma margem muito maior, ou seja, essas eleições foram fraudadas, mesmo com a vitória, eles só não conseguiram abrir uma margem grande de diferença”, afirma o parlamentar.

Eleitor indiano é mais respeitado do que eleitor brasileiro

O boletim da urna eletrônica publica apenas o resultado aritmético final totalizado, anulando assim a contagem decisiva que vincula o voto a quem ele se destina. EUA, Japão, Alemanha, França e outros países mais avançados tecnologicamente utilizam cédulas de papel, tendo em vista que os testes feitos com as urnas eletrônicas não foram aprovados. Para a deputada Bia Kicis (PSL-DF), a contagem pública traz transparência na apuração e muito mais segurança para o eleitor

“Hoje nossa urna tem um nível de insegurança abaixo da crítica, ela é muito vulnerável. O TSE quer que a gente acredite que é confiável só porque eles dizem. O mundo inteiro afastou a nossa urna, porque ela não dá a segurança que a democracia precisa. Nos Estados Unidos, ela foi rejeitada, por não ter a menor segurança. Na corte alemã, foi considerada inconstitucional. Na Índia foi considerada inconstitucional – a Índia tem 4 vezes o número de eleitores do Brasil, ninguém vai dizer que Índia é mais rica do que o Brasil, né? No entanto, o eleitor é mais respeitado lá do que aqui”, afirmou a parlamentar.

As eleições estão chegando e as facções vermelhas e os coletivos marginais não querem que toquem na sagrada urna eletrônica bolivariana. Por que os parasitas exigem que continue a contagem secreta dos votos, sem transparência?

da Redação
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