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Regina Duarte: namoradinha do Brasil ou do Psol? (veja o vídeo)

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Regina Duarte ocupou seu cargo na Secretaria Especial da Cultura por ser a grande atriz que é. Mas uma coisa já se tornou evidente, para quem acompanha de perto o desenrolar da política nacional. Ela não faz ideia do que seja a guerra cultural e o monopólio marxista das artes.

O que mais chamou atenção do público na entrevista da nova secretária ao programa Fantástico, da Rede Globo, foi o momento no qual ela disse que há uma facção que quer ocupar seu lugar. Ora, será que não é o contrário? Será que os indicados por ela, filiados ao Psol, é que não são verdadeiramente ligados a uma facção política criminosa?

O povo elegeu o atual governo para sanar os problemas anteriores, o esquerdismo patológico que foi instaurado e o aparelhamento das instituições. Regina Duarte pode entender muito sobre arte e cultura, isso é inegável, mas ela não faz ideia do que seja o Psol e suas intrínsecas ligações com o crime organizado e o terrorismo.

A nova secretária da Cultura segue o pensamento de alguns representantes das Forças Armadas que estão ao redor do presidente, acreditando que o Brasil seria melhor se os conservadores saíssem, e colocassem no lugar deles petistas, psolistas, membros do PCdoB, tudo para “pacificar o país”... Uma atitude perigosa, e de uma hipocrisia gigante.

Mas Bolsonaro está atento: Regina Duarte teve vetados um total de oito nomes indicados por ela. Maria do Carmo Carvalho, escolhida para estar à frente da Secretaria da Diversidade Cultural, foi nomeada e exonerada em menos de 12 horas. A nova secretária também havia escolhido Humberto Braga, para ser o número 2 da pasta. No entanto, ele é conhecido por ser alinhado ao PT e à esquerda, por isso o nome foi vetado.

Agora resta aos eleitores torcer pelo melhor, e esperar para ver se, realmente, Regina Duarte é a namoradinha do Brasil (como todos nós queremos), a namoradinha dos generais isentões, ou pior, a namoradinha do Psol, partido de Adélio Bispo.

da Redação
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