Bolsonaro renasce como ideia

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32

O governo merece críticas, sim, e toda mídia conservadora o faz, vide, o estado atual da secretária de cultura, baixo o controle da inapta ativista Regina Duarte. Inapta, pois não entende a importância da função que tem, ou finge não entender, e ativista, pois sendo parte de um governo defendido por conservadores, ela segue na trilha de tratá-los com desrespeito e desmerecimento.

Toda mídia conservadora criticou e segue fazendo-o, mas, não atacando ou dirigindo ódio para o governo. Saber diferenciar critica de ataque é o que separa homens de moleques birrentos.

O fato é qual a razão de um governo, que até o momento não possui nenhuma evidência de favorecer a corrupção e a velha política, ser continuamente atacado pela mídia esquerdista através de desinformação, mentiras e meias verdades, ser vilipendiado por antigos defensores e aliados, os quais subiram por estar atrelados a sombra de Bolsonaro, lhes faltava competência e relevância para galgar sozinhos os postos que hoje ocupam, e colocado como fascista e antidemocrático por um grupo de “novos” políticos e “intelectuais”?

Diante da aberração que foi a politica brasileira sob o comando da esquerda, da destruição de nossa economia, por que houve o silêncio e observações tão complacentes?

O politicamente correto é uma mordaça ideológica que forçou o povo a usar, a censura e perseguição ao contraditório e oposto ao marxismo é uma realidade enfrentada por conservadores dentro da educação.

Educação esta que em grande parte deve a Paulo Freire seu estado atual.

Quer o congresso, não todos claro, estar entronizado acima do povo como deuses olimpianos. Qualquer critica ao trabalho e/ou desserviço que eles fazem deve ser silenciada e criminalizada. Temos um presidente eleito democraticamente que é alvo de manejos políticos para esvaziá-lo do seu poder e para favorecer o que há de pior na politica.

Diante de tudo isso o povo não se curvou diante do medo ao coronavirus, o povo ouviu a voz do presidente pedindo que as manifestações fossem repensadas, e o povo repensou e percebeu neste domingo dia 15, que as manifestações são mais que uma forma de apoiar um governo, elas são um meio do povo resgatar seu protagonismo e exigir o respeito que merece.

Bolsonaro morreu neste dia 15 de março como homem na mente de seu eleitorado, para erguer-se como uma ideia na mente do povo brasileiro que foi as ruas, e não vai ficar somente na mente destes, pelo contrário, irá se espalhar e crescer.

Um homem pode ser apagado e destruído, mas a ideia que cresceu para além de sua pessoa, não, esta é indestrutível, pode ser criminalizada e vilipendiada, mas estes elementos são o que a fez crescer ainda mais forte e presente.

O povo não reconhece a antiga forma de fazer política, o povo decidiu não seguir a dita branda do politicamente correto, o povo exige o fim da censura e perseguição a fé cristã, o gigante se ergueu e decidiu não se ajoelhar diante da esquerda.

Ter uma ideia faz do homem forte, quando a ideia, porém, toma posse do homem, este é invencível.

Carlos Alberto Chaves Pessoa Júnior

Professor. É formado em Letras pela UFPE.

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