Trump anuncia ajuda de 60 bilhões de dólares ao Brasil, para desespero dos “conspiradores”

O anúncio do Fed - Federal Reserve americano - de que os EUA irão auxiliar os bancos centrais de nove países - entre eles o Brasil - a enfrentar a crise econômica causada pelo vírus chinês é uma péssima notícia para os oportunistas de plantão.

Aqueles que, como todos já sabem, estão pouco se lixando para o povo brasileiro ou sua saúde.

O que lhes interessa, acima de qualquer coisa, é usar o que tem a mão para destruir seu inimigo potencial: Jair Bolsonaro.

De jornalistas venais e mentirosos como Vera Magalhães, Merval Pereira, e outros no barco da globo e em todos os veículos comprados pela quadrilha que quer destruir o país até políticos como João Dória, Witzel, Covas, Frota, Hasselman, todos usam a pandemia que assola o mundo para seus próprios interesses sujos.

Rodrigo Maia - um deles - em seu delírio parlamentarista, conspira sem parar.

A última do rotundo ‘primeiro ministro da bananolandia’ foi a de, muito ‘sensato’, sugerir em mensagem aos deputados que se façam reuniões em videoconferência entre os deputados, já que não podem se reunir mais na Câmara.

Ora, nada mais favorável a uma conspiraçãozinha longe dos olhos do povo, não é mesmo?

Assim a corja poderia alegremente reinar à vontade, votando o que lhe desse na telha, naturalmente -como sempre - contra a vontade do povaréu que paga seu salário.

E o que acha, Maia, de aproveitar o isolamento para também achar um jeito de tirar da frente o presidente eleito pelos brasileiros?

Se pudesse, essa matilha de canalhas acusaria Bolsonaro de inventar o Covid-19, não tenham dúvidas.

uando Maia, submisso, foi abanando o rabinho se desculpar com o crápula que é o embaixador chines (de história suja e conhecida por nós) pela ‘irresponsabilidade’ das palavras de Eduardo Bolsonaro, deixou claro o lado em que está.

Maia et caterva se aliaria até ao demônio se este lhe garantisse que eliminaria Bolsonaro da presidência.

Ou, pra ficar mais oficial, desse um jeito de promover um impeachment...aquele mesmo sonhado e pedido pelo traíra Alexandre Frota.

O anúncio nesta quinta de Trump, que vai favorecer nove países, prevê destinar 60 bilhões de dólares emergenciais ao Brasil, Austrália, Coréia do Sul, México, Singapura e Suécia.

Os outros 3 países terão acesso a 30 bilhões de dólares cada.

Na operação, chamada de ‘swap’, o banco central americano aceitará outras moedas como garantia em troca de dólares, uma espécie de empréstimo que dará liquidez a esses países nos próximos seis meses ao menos.

E permitirá mitigar as enormes dificuldades dos próximos meses previstas pela crise na saúde mundial.

O impacto na produção econômica mundial será, pelo andar da carruagem, terrível.

Os esforços de Bolsonaro e Trump para administrar essa crise causada pelo vírus chinês soa como veneno para a esquerda, para os acovardados da isentosfera e especialmente para a quadrilha de Brasília.

Para esses inimigos do Brasil, Covid-19 só tem um significado: a possibilidade de ser usado como arma contra Bolsonaro, que os ameaça.

O povo…esse que exploda em hospitais ou morrendo por aí.

Mais ou menos o que pensa o Partido Comunista Chinês, entendem?

Bolsonaro impede a volta de seus velhos hábitos, entre eles o da corrupção deslavada.

Por isso estamos todos, a maioria absoluta do povo brasileiro, ao lado do homem que, quanto mais apanha, mais cresce.

No mundo real, Bolsonaro é presidente do Brasil.

O resto é o resto, não tem representatividade.

Se dependesse desse resto, o Brasil estaria isolado, unido apenas à escória do mundo, que é a Venezuela, Cuba, Nicarágua e Angola, que se encheram de grana do BNDES distribuída pelo criminoso Lula ou seu poste, Dilma.

O povo brasileiro elegeu Bolsonaro.

Tivesse sido diferente - e não foi, apesar das fraudes - o Brasil teria nas mãos duas crises enormes hoje.

Além do covid-19, estaria enfrentando a irresponsabilidade e corrupção de um governo de esquerda.

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Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

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