“Quanto pânico conseguimos causar, sem disparar nenhum tiro?”

Com certeza essa pergunta já foi feita, em algum momento, dentro de alguma sala escura.

Granadas e fuzis são coisas do passado.

Na era da informação, com uma geração que acha o Rambo “violento e asqueroso”, a guerra é de narrativas.

Pois bem. A dúvida está sanada.

Depois de tentarem emplacar uma guerra nuclear, uma guerra islâmica, um impeachment do presidente americano, tudo sem sucesso, conseguiram transformar uma “Gripe Made in China” no hit da temporada.

"Mas não é uma gripe, pô. É o "Novo Corona Vírus"."

Ahh, o poder do marketing...

E não adianta a Universidade de Oxford falar que 88% das mortes, na Itália, não são do COVID. Dos 9.000 mortos, apenas 12%, aproximadamente 1.000, são graças à “Peste Chinesa”.

Não adianta vermos que o governador de São Paulo, o da Lacoste Rosa, está manipulando os dados da mesma forma. Continuamos acreditando no apocalipse. Gostamos de sentir medo.

Enquanto isso, com a OMS sob o comando de Tedros Adhanom Ghebreyesus, o ex ministro da saúde da Etiópia, que ocultou 3 epidemias de Cólera, um “governo mundial provisório”, para combater a pandemia, é sugerido por Gordon Brown, ex primeiro-ministro britânico; os governos de todo o mundo cerceiam a liberdade de ir e vir dos cidadãos, muitos usando de violência, e estabelecem “rendas mínimas”, pagas pelo Estado ao trabalhador.

No Brasil, Zema, o ultra-liberal do partido NOVO, de MG, Doria, de novo o da cuequinha de seda, de SP, e o PSBista Paulo Câmara, do PE, já aproveitaram a situação para, inclusive, confiscar material de empresas privadas.

E isso são FATOS. Não são curvas ou projeções. São FATOS REAIS, abafados pelo ruído ensurdecedor da mais terrível e apocalíptica nova doença do mundo, que mata menos do que o sarampo (para o qual já existe até vacina).

A geopolítica mundial está sendo redesenhada, debaixo dos nossos olhos, enquanto estamos trancados, apavorados, manipulados dentro das nossas próprias casas.

Quando essa quarentena acabar, pode ser que nem percebamos, mas sairemos do “confinamento” para um mundo totalmente novo (e não necessariamente melhor).

"O horror visível tem menos poder sobre a alma do que o horror imaginado." (SHAKESPEARE, William)

Felipe Fiamenghi

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