A esquerda brasileira, como um corvo no cio, baba e exulta de prazer apostando no caos das instituições

Tento não raciocinar, definindo, quer atitudes ou pessoas. Somos todos condicionados pelas circunstâncias.

Mas em momento de crise as máscaras escapam das chamadas convenções sociais.

E constato: como a esquerda brasileira excede. Como é sórdida. Como aposta no caos das instituições para usufruir de lamentáveis vitórias.

O conservador, sem santidade, claro, busca a preservação de códigos e valores que nortearam o melhor, o mais digno na marcha da evolução da humanidade.

Sua cautela, considerada com ironia pelos fracassados em vetustas ideologias, tenta, ainda que desajeitadamente, o possível, o razoável para uma convivência democrática, que, mesmo imperfeita, busca a convivência dos contrários.

A esquerda brasileira, como um corvo no cio, baba, exulta de prazer, quando um projeto generoso, que não lhes diz respeito, fracassa.

E confraternizam em meio aos escombros incensados por eles : eternos cúmplices do atraso.

Viúvas de regimes assassinos que subjugaram milhões na miséria, na ausência de liberdade.

Assim é a esquerda em Pindorama. Espectros ambulantes. Apenas.

Carlos Vereza. Ator.

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