O momento é crítico e chegou a hora do estado atuar para evitar a barbárie e a anarquia

Governar é indicar caminhos.

O Brasil está vivendo duas guerras. Uma contra a pandemia. Outra de lideranças no momento mais difícil da nossa história.

Todos, sem exceção, de todos os gêneros, credos e classes sociais estamos afetados, assim como o mundo, pela pandemia do CORONAVÍRUS.

A hora é dos líderes terem responsabilidade e compromisso com o exercício das suas funções. Não é hora de dogmas ideológicos. Mas é tempo de decisões firmes e rígidas.

É nesses momentos - e só nesses momentos críticos - que o Estado precisa ser intervencionista e controlador.

Se não, não se justifica sua existência.

E, se o Estado não atuar, teremos a ante sala da barbárie e da anarquia.

É o momento do Governo Federal fazer uma grande convocação de todas as lideranças, para um grande congresso de deliberações sobre o quê, como, quando e onde fazer. Aliás, já passou do tempo de ficar batendo boca.

Chamar todos à Brasília, trancados num espaço similar ao conclave que elege os Papas. Se tem alguém que se expor, que sejam os políticos que se propõe a seguir carreira exatamente para esse fim: cuidar do povo como soldados na guerra.

É tempo de usar o bom senso na criação de consensos nas divergências!

Executivo, Judiciário, Legislativo, Governadores e entidades representativas da sociedade civil organizada!

O que não dá é para seguirmos assim, com cada um querendo tocar a sua música, no seu estilo, ritmo e altura que bem lhe convém.

A sociedade precisa de um rumo e de uma direção, segura e confiável.

É hora, inclusive, de impor na força do poder do Estado, limites rígidos de interesse social na imprensa! Estamos em tempo de guerra. O inimigo está ai, é real e ataca todos.

E na guerra não podemos admitir comportamentos de lesa-pátria, ou de traidores, como vêm fazendo a Globo, a Band e outros veículos que querem o caos.

Daqui a pouco, esses e outros órgãos de imprensa, não terão do que reclamar diante de um levante popular contra suas estruturas, posto que tudo tem limites.

É tempo também, de todos fazerem a sua parte.

Tenho visto o Governo Federal e os Governos dos Estados redirecionarem verbas orçamentárias em favor do bem comum.

A classe política e o Poder Judiciário, também tem que se mobilizar para pagar a conta. Cortar verbas de gabinete, mordomias, penduricalhos das folhas e muito, muito, mas muito mais.

É hora, por exemplo, de disponibilização integral do fundo partidário e do fundo eleitoral, entre outros, em favor da população sem assistência e de investimentos necessários à contenção da pandemia e da bancarrota da economia brasileira.

Luiz Carlos Nemetz

Advogado membro do Conselho Gestor da Nemetz, Kuhnen, Dalmarco & Pamplona Novaes, professor, autor de obras na área do direito e literárias e conferencista.
@LCNemetz

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