Depois de frear a economia em SP e trocar afagos com Lula, Dória pede arrego a Bolsonaro

Dória consegue surpreender todos os dias. Sempre de maneira negativa.

Sua má índole é algo que já está bem claro.

A troca de afagos com Lula, o maior corrupto da história, líder da Orcrim petista, é algo que efetivamente nivela as duas figuras.

Entretanto, sua incapacidade como gestor é assombrosa.

O governador freou a economia de São Paulo.

E nesta quinta-feira, logo após, os afagos como ex-presidiário, pediu socorro.

João Dória declarou que os governadores do Sul e Sudeste devem encaminhar uma carta ao governo federal solicitando "ações urgentes" para "evitar o colapso econômico dos Estados" causada pela pandemia do novo coronavírus.

Ora, Bolsonaro sempre disse que os problemas da saúde e da pandemia deveriam ser tratados em consonância com a questão econômica.

Eis que agora, desesperado, os governadores, sob o comando de Dória, pretendem na tal carta pedir o seguinte ao governo federal:

Recomposição de perdas de outras receitas além do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e Municípios (FPM).
Financiamento às empresas para pagamento de impostos
Prorrogação do prazo final de quitação de precatórios e suspensão do pagamento pecuniário dos Estados por 12 meses com retorno progressivo.
Adiamento do pagamento das dívidas com a União por 12 meses.
Assunção das dívidas dos Estados junto a organismos internacionais - como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento - pelo governo federal enquanto durar a "calamidade financeira" - e os montantes incorporados à dívida dos Estados com a União.
Suspensão dos pagamentos mensais do Pasep, e a aprovação do Plano Mansueto na forma do projeto substitutivo apresentado pelo deputado Pedro Paulo (DEM-RJ).

Alguém explica a essa figura débil que, com a economia parada, ninguém tem dinheiro.

Está na hora de ajoelhar e pedir perdão.

Ou, então, renuncia, para o bem do povo paulista.

Fonte: Terra

da Redação

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