A dominação chinesa: "Para eles não há regras, não há sentimento algum, apenas o poder pelo poder."

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O ex-ministro Osmar Terra tem sido um forte aliado de Bolsonaro na luta contra a desinformação e o pânico fomentado por políticos, imprensa, e claro, a Rede Globo, a verdadeira “amiga” da Nação.

Osmar, que é médico, como secretário já enfrentou três grandes epidemias e acusa a emissora de ignorar qualquer debate científico, nada que contradiga as informações alarmantes fabricadas e despejadas pela emissora que ainda detém o controle da mente de boa parte do país.

De acordo com Terra, e outros especialistas pelo mundo, não existe a menor possibilidade da quarentena alterar o curso da epidemia. Principalmente quando o vírus já está circulando até na casa das pessoas.

A epidemia é uma força da natureza, queira a Globo ou não, e o vírus só se altera quando contamina mais de 50%, 60% da população. Por isto é necessário formar uma parede de pessoas com anticorpos que não deixam contaminar quem não tem anticorpos nenhum.

Não há outra forma de terminar uma epidemia.

Infelizmente, colegas, o vírus não vai embora amanhã porque decidiu ir. Isto é fantasia. Ninguém vai na TV dizer: olhe, podem abraçar seus avôs, seus pais, o vírus voltou pra China e vai ficar lá.

Uma epidemia em que não há vacina, infelizmente só acaba via contágio geral.

Não há outra solução.

Claro que todos tem medo e ninguém quer pegar o vírus, até porque pelas notícias que se plantam, é quase uma sentença de morte ser contaminado. Porém os números reais mostram o contrário disto, se levarmos em conta que o número de contaminados é infinitamente maior do que se publica, portanto o índice de mortes também despenca em percentuais.

É grave, mata, mas não com a intensidade que se vende para causar caos e pânico. A H1N1 matou muita gente também e o governo nada fez, assim como o sarampo, que já tem até vacina há décadas, matou 140 mil brasileiros somente ano passado.

Por trás desta histeria e desta cortina de fumaça há um cenário muito mais assustador e que já vem sendo construído ao longo de décadas de dominação chinesa e submissão econômica dos EUA, assim como de quase todos países.

Muitos empresários e políticos estão há tempos ganhando muito dinheiro com a China, são parceiros (direta ou indiretamente) dos crimes do Partido Comunista Chinês.

A própria FIESP em outubro de 2019 fez uma homenagem à China exibindo em seu telão a bandeira da nação comunista.

A China, que não há nenhuma dúvida de que causou a epidemia mundial, fechou suas fronteiras, assim como a Rússia, o que é uma indicação, de acordo com especialistas militares, para situação de emergência, que pode tanto ser um novo contágio ou uma guerra.

Trump mobilizou 1 milhão de soldados no dia 27 de março e uma equipe reserva do Pentágono foi deslocada para bunkers subterrâneos, medida que indica alerta para ataque nuclear.

Israel tomou a mesma medida.

Navios americanos se movimentaram em direção à Cuba, Nicarágua e Venezuela, países com grandes relações comerciais com a China, com o argumento de que vão prender Maduro, acusado de liderar o narcotráfico.

“A mobilização militar precede a guerra assim como o cozimento precede o jantar”, diz analistas, ou seja, ninguém movimenta uma força bélica deste poderio apenas por "precaução contra efeitos da pandemia".

Já jogou WAR? Ninguém desvia dezenas de "pecinhas" para uma região que não pretende conquistar.

O comunismo foi criado como uma religião que tem o homem como único deus e o governo como libertador.

Para eles não há regras, não há sentimento algum, apenas o poder pelo poder.

Alguém ainda lembra do discurso de Dilma sobre ser capaz de TUDO para tomar o poder?

Para refrescar a sua memória, Zé Dirceu deixou claro:

“Nós vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar eleição.”

Que parte você ainda não entendeu?

A história está aí para endossar:

Mao Tsé-tung foi responsável pela morte de 77.000.000 de pessoas, seguido por Stalin, ambos comunistas, com mais de 43.000.000 de vítimas.

(Texto de "A Toca do Lobo")

da Redação
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