“Nenhum brasileiro vai ficar para trás”, diz secretário de Política Econômica do Ministério da Economia (veja o vídeo)

O governo Bolsonaro destinou 100 bilhões de reais só para o programa de auxílio emergencial aos trabalhadores informais - serão R$ 600 para todos que estiverem precisando.

Em entrevista exclusiva à TV Jornal da Cidade Online, Adolfo Sachsida, secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, fala sobre a importância das medidas que o governo federal está tomando para evitar a quebra da economia por conta do vírus chinês. Confira alguns trechos:

“O governo federal tem um lema: ‘nenhum brasileiro ficará para trás’. Nós fizemos várias divisões, tanto da população, quanto das empresas brasileiras e estamos endereçando cada medida para ajudar um segmento da população. Temos o auxílio emergencial para os informais – esse programa é um programa de 100 bilhões de reais, que vai dar R$ 600 para cada brasileiro que estiver precisando. Estamos desenhando programas para as empresas continuarem funcionando, porque se as empresas quebrarem, acabam os empregos.”

“Os erros do passado estão aparecendo agora. Você criou estádios de futebol em lugares que nem campeonato tem, agora, quando o Brasil precisa de hospitais, de equipamentos, adivinha, temos vários elefantes brancos... O estádio de futebol em Brasília custou quase 2 bilhões de reais! Imagina quantos hospitais, quantas UTI’s, quantas escolas poderiam ter servido à população brasileira? Mas o PT, o governo passado escolheu fazer estádio de futebol.”

“Quando as medidas econômicas de combate à crise foram anunciadas na Inglaterra, nos Estados Unidos? Vamos olhar para o Brasil - nós anunciamos as medidas econômicas muito antes do nosso sistema de saúde ficar em stress. O cheque de R$ 600 reais que todos os brasileiros informais estão recebendo, por exemplo. Uma semana depois, já tem gente recebendo o dinheiro. Nos Estados Unidos, está levando mais de um mês para o governo pagar as pessoas. Nosso governo agiu de forma muito rápida e eficiente ao prenúncio dessa crise”

da Redação

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