Imaginem se encontrassem R$ 256 milhões na conta da mulher de Bolsonaro...

Imagine se descobrissem na conta da mulher de Jair Bolsonaro R$ 256.646.800,00 em CDB's do Bradesco. 250 Milhões de Reais, ou 1/4 de Bilhão de Reais.

A imprensa esqueceria o Covid-19, e passaria a noticiar o impeachment do Presidente da República imediatamente.

A notícia cobriria o consciente e o inconsciente coletivo 24 horas por dia, para fazer o país só falar sobre isso, pautando toda a narrativa nacional.

Mas como é da conta da falecida esposa do LULA, a “Marisa vendedora de Avon”, a imprensa fica calada.

Apenas nós, do “gabinete do ódio”, da “extrema-direita”, é que nos indignamos com a roubalheira de LULA, feita livremente, debaixo dos narizes de toda a Nação.

Por isso que para mim a coisa é maniqueísta, é binária mesmo: não convivo com quem ainda é petista, a essa altura do campeonato.

Aproximar-se de petista, ou manter convívio espontâneo com ele, é claramente uma escolha MORAL, hoje em dia.

Um não-petista jamais pode andar com um petista; é incompatível. E se for um direitista, conservador, mais incompatível ainda é aproximar-se de um petista.

Petista tem uma deturpação ÉTICA. Tem valores e princípios diferentes de uma pessoa normal. Não tem que relativizar. Não tem que abrir exceção para aceitá-los ou “engoli-los”.

Tem que ser, repito, maniqueísta ou binário: separar as coisas em Deus e o Diabo, em Bem e Mal, em Certo e Errado.

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