"Bolsonaro foi o único líder mundial que bateu de frente com o establishment" (veja o vídeo)

Eles usam o vírus chinês para roubar seu dinheiro e sua liberdade.

Em entrevista à TV Jornal da Cidade Online, a professora Paula Marisa aborda vários temas importantes no momento, como o terrorismo psicológico que a grande mídia tem feito com a população por conta do vírus chinês; os contratos sem licitação realizados por governadores e prefeitos oportunistas; os graves efeitos da crise econômica que já estão ocorrendo; a invasão de privacidade e o fim das liberdades individuais a pretexto de proteger a população, entre outros. Confira alguns trechos:

“O presidente Bolsonaro foi o único líder mundial que bateu de frente com o establishment e alertou a população do risco que a gente sofre de uma depressão econômica, que agora já não é mais um risco, é uma realidade. Teremos uma depressão econômica muito maior do que a de 29. Muita gente vai perder o emprego, o preço da comida já está subindo, muita gente já está passando fome.”

“Cidades do interior, que não tiveram nenhum caso diagnosticado da doença, e que pararam todas as atividades, é uma coisa que não se justifica, claro que temos que tomar medidas, não podemos ignorar o problema, mas é como Trump e Bolsonaro vem dizendo, o remédio não pode ser pior do que a doença.”

“Essas pessoas dizem que se pautam na ciência, mas, na verdade, não existe nenhum estudo científico comprovando que a quarentena horizontal é mais efetiva do que a vertical. Eles estão usando essa palavra ‘ciência’, da mesma forma que usam ‘democracia’, que serve para qualquer coisa que eles queiram defender.”

“Quem entende um pouco, estuda um pouco das leis, consegue perceber a maldade que está por trás disso. Quando os governadores e prefeitos decretam estado de emergência, de calamidade pública, eles podem fazer compra sem licitação. Sem licitação, é uma porta aberta para gastar muito dinheiro, de favorecer os amigos, amigo que tem empresa disso, daquilo, primo... Cheguei a ver uma matéria que teve um prefeito que gastou R$ 700 mil em papel higiênico. O mais grave são os milhões e milhões de reais que estão sendo gastos em hospitais de campanha.”

“Quando a gente está falando em abrir mão da nossa intimidade para o estado, entregar nossos dados para o estado... A gente tem que tomar muito cuidado. Quando a crise passar, provavelmente nossa liberdade não vai voltar.”

da Redação

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