Osmar Terra desmascara defensores da Terra parada (veja o vídeo)

Em entrevista exclusiva à TV Jornal da Cidade Online, o deputado federal Osmar Terra (MDB-RS) mostrou coragem ao trazer, mais uma vez, informações realistas para a população sobre o vírus chinês. Médico, ele fala com conhecimento de causa: em 2009, quando houve a pandemia da H1N1, ele coordenou o combate à gripe suína no Brasil.

Em uma conversa reveladora, Osmar Terra mostra gráficos de lugares do mundo onde a quarentena completa não funcionou, fala sobre a expectativa em relação ao novo ministro da Saúde, Nelson Teich, e detona a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Confira alguns destaques:

“A quarentena é totalmente inútil, só ajuda a quebrar a economia. Em nenhum lugar do mundo funcionou essa fórmula da quarentena. Estamos aí com 30 dias, 30 e poucos dias de quarentena e já está uma tragédia econômica e social, com empobrecimento em massa, imagina se prolongar por cinco, seis meses.... Em todos os lugares onde a gente puder, temos que esclarecer a população sobre isso.”
“A Imperial College [instituição de ciência, tecnologia e medicina em Londres] estava prevendo 1 milhão de mortes no Brasil, um cálculo maluco, eles assustaram os governantes, que adotaram essa política de quarentena, e assustaram os brasileiros. O pico da epidemia é agora, e vai terminar em maio.”
“Acho que Mandetta não conseguiu ter a sintonia que precisava ter com a postura do governo. De qualquer maneira, foi substituído por um profissional muito competente, que é o Dr. Teich. Minha impressão é que ele vai fazer um grande trabalho e tem afinidade com o que o presidente está propondo, que é o mais importante.”
“Acho que a OMS está deixando muito a desejar, está muito ideologizada. Eu vi uma declaração de líderes importantes, dizendo que Bolsonaro tinha que seguir o que a OMS manda, se não teria graves consequências. Quem é a OMS? No que ela manda? A Coreia não segue nada do que ela fala, Japão não segue nada do que ela fala... A OMS está perdida, demorou para reconhecer a pandemia, está muito aquém do que já foi.”

Veja o vídeo com a entrevista completa:

da Redação

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