Rodrigo Maia, a conspiração para virar “primeiro-ministro” e a “ferramentas” que dispõe (veja o vídeo)

Roberto Jefferson parece estar mesmo destinado a fazer parte da história brasileira em seus momentos mais cruciais.

Protagonista - e condenado - no que foi chamado de Mensalão, hoje Jefferson reaparece com uma denúncia gravíssima - e fundamentada - sobre os bastidores das estrepolias de Rodrigo Maia à frente da Câmara dos Deputados.

Não que a sociedade brasileira desconhecesse as intenções de Maia, escancaradas pela sua clara posição para inviabilizar o presidente eleito deste país.

Não, Maia, não se iluda.

O povo que votou - e não votará mais - em você não lhe dá, absolutamente, representatividade para delirar com sonhos de poder absoluto.

Os 70 mil votos que elegeram Maia não valem, neste momento, coisa alguma.

O presidente legítimo do Brasil, eleito pelo povo, é Jair Bolsonaro.

E ponto.

Para desvendar o golpe branco descrito por quem conhece muito bem o que está por debaixo do tapete da Câmara -Jefferson, com mais de 20 anos de atuação na casa - basta entender o seguinte:

Enquanto engaveta uma a uma todas as proposições de Bolsonaro, Maia tirou da cartola e da gaveta uma PEC de 2003, que pretende colocar em votação imediatamente.

É a PEC 101, que lhe permitirá permanecer como presidente da Câmara por mais dois anos, a partir de fevereiro de 2021.

Para obter a aprovação dessa PEC, que lhe garante o posto, Maia negocia com a velha política usando as porcas ferramentas que conhecemos tão bem - o famigerado ’toma lá dá cá’.

Maia oferece ao grupão que quer inviabilizar Bolsonaro o impeachment e exige em troca a aprovação da PEC 101 que o gruda definitivamente na cadeira de presidente da Câmara.

Com Bolsonaro fora, voilá, o pequenino se transforma no ‘primeiro ministro’ superpoderoso tão sonhado.

E o Brasil…

Bom...o Brasil vai pro buraco.

Veja o vídeo:

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

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