Acuado por sua atuação nefasta e acusado por Alcolumbre, Maia chora novamente

Rodrigo Maia sempre foi um político inexpressivo, fraco, que conquistou um mandato em função da popularidade que, um dia, o pai deteve.

Mimado, tudo o que conseguiu na vida foi pelas mãos de César Maia.

Deputado do baixo clero, nunca teve o respeito de seus pares.

Até que um dia, ao acaso, sem nenhum trabalho próprio de articulação, num lance de ‘sorte’, foi guindado a presidente da Câmara. Um cargo que nunca sonhou.

Eleito, em seu discurso, chorou copiosamente, e fez uma reverência ao pai, como quem diz “pai, consegui algo sozinho”.

A partir dai, a ambição lhe tomou por completo. O ‘menino mimado’ virou um ‘monstro’.

Porém, continua um fraco.

Há poucos dias, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) deu uma dura em Rodrigo Maia, acusou pessoalmente de tentar prejudicá-lo ao segurar votações de Medidas Provisórias (MPs) na Câmara dos Deputados, deixando para enviá-las ao Senado sempre perto do vencimento.

“Você me passa para trás”, afirmou Alcolumbre, que emendou uma série de afirmações impublicáveis.

Maia chorou e não reagiu.

É um covarde!

da Redação

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