Divulgação de novas denúncias sobre obras em Atibaia emudecem até o Instituto Lula

As obras do sítio de Atibaia, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva frequentava assiduamente e para onde teria levado parte de sua mudança, inclusive sua famosa e valiosa adega, foram realizadas por um consórcio informal de empresas que prestavam serviços ou tinham vínculo com o governo federal ou com benesses conseguidas nas gestões petistas.


É o que se extrai de vasto material colhido pelo Ministério Público de São Paulo, a qual o Jornal da Cidade teve acesso.

São elas, as construtoras Odebrecht e OAS e a Usina São Fernando, do ex-poderoso empresário José Carlos Bumlai.

As três empresas são investigadas pelo Operação Lava Jato.

Marcelo Odebrecht , o bilionário presidente da Odebrecht, está preso. Bumlai, o amigo de Lula, está preso. Leo Pinheiro, da OAS, está em liberdade, mas já tem uma condenação de 16 anos.

Estranhamente, após mais esta revelação, o Instituto Lula emudeceu. Ninguém quis falar sobre o envolvimento das três empresas, sobre as declarações de Patricia Fabiana Melo Nunes, que forneceu os materiais para a obra, sobre o relato do engenheiro Frederico Barbosa, que é funcionário da Odebrecht e confirmou ter sido o responsável pela obra, ou ainda sobre as declarações do arquiteto Irigaray Neto, que teria iniciado a obra a pedido de Bumlai. 

Depois, prometeram a divulgação de uma nota sobre o assunto, mas até o momento não houve qualquer manifestação.

da Redação

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