Coronavírus e a eliminação do medo

Em minha última publicação aqui no JCO sobre o coronavírus, dia 21/04/2020, intitulada "A velha ordem mundial: Chegamos a uma época de grande pavor, terror e histeria, sem precedentes", fiquei estarrecido com a reação do público nos comentários, como se fosse eu, o próprio terrorista macabro disseminando grande pavor, terror e histeria.

Fala sério! Nunca foi essa a minha intenção, ao contrário, então gostaria de me retratar.

Quis simplesmente alertar porque não devemos temer o coronavírus, citando que quem ingere muitos remédios desnecessariamente ao longo da vida não tem saúde para enfrentar um vírus qualquer ou qualquer tipo de pandemia.

Isso explica porque idosos e doentes crônicos são mais vulneráveis e crianças não correm qualquer perigo. Por isso sou a favor apenas do isolamento vertical.

A cultura, por mais que se desenvolva, nos mostra que o medo das doenças, ao invés de diminuir, tende a aumentar.

Em vista disso, são adotadas medidas de prevenção adequadas em postos de saúde, hospitais públicos e particulares, todos dispondo das melhores instalações, e as imensas despesas e mão de obra necessárias são incalculáveis.

Diferentemente do passado, as pessoas de hoje têm pavor aos micróbios, considerando-os os causadores das doenças. Mas não são, óbvio que todos devem saber disso.

Mas isso me parece bem difícil de ser entendido, principalmente pela má influência da mídia, pois os maiores medos da história vêm a ser, indiscutivelmente, as doenças e consequentemente a pobreza e os conflitos ou guerras.

Cientificamente falando, é claro que vacinas e antibióticos são capazes de funcionar, mas como um paliativo, entretanto trancam a doença no organismo e não deixam as toxinas saírem, concluindo-se que estamos curados. E isso é um grande engodo.

Então ninguém sabe o dia de amanhã e ficam apavorados em adoecer, porque a qualquer hora elas voltam ainda piores, com maior gravidade, e suas consequências são permanentes, porque a medicina desconhece as suas causas.

A vultosa quantia empregada no tratamento de uma doença grave e o prejuízo gerado pela impossibilidade de trabalhar acarretam as maiores dificuldades, como podemos exemplificar, de certa forma, devido à quarentena e o isolamento ditatorial do “fica em casa”.

Naturalmente, a fome pode levar os mais pobres ao aumento da criminalidade e quiçá de uma guerra por água e áreas cultiváveis, outro grande medo da atualidade, considerando-se que uma 3ª. Guerra Mundial eclodiria em uma hecatombe nuclear e selaria nossa destruição total, ao mesmo tempo que a energia nuclear poderia se tornar um anjo da paz.

Estou sendo um terrorista macabro ou seriam meus próprios medos se manifestando?

Claro que não é medo. Qualquer que seja, eu tenho a mais inabalável convicção do que digo e estou apenas me empenhando em fazer a minha parte, em fazer renascer um planeta pleno de virtudes e beleza. Chega de tanto sofrimento na Terra.

Kleber Saba

Arquiteto

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