Poderia pular do barco, mas tentar afundá-lo foi crueldade

O ex-ministro Sérgio Moro, outrora um juiz respeitado por uma grande parcela da população brasileira conseguiu a proeza de desconstruir em apenas um ato, todo o seu conceito de respeito, credibilidade e confiança.

Por mais que insista em explicar suas as razões, o Sr. Moro não justifica o momento - foi extremamente egoísta e egocêntrico. Não considerou as vidas que estão sendo ceifadas e nem se lembrou dos sobreviventes cujos sonhos estão sendo interrompidos pela derrocada econômica e financeira causadas pelo vírus chinês.

Pensou somente em si. Ele não era o comandante, mas a sua presença no barco proporcionava segurança de rumo certo e certeza de chegada. A sua figura endossava ao governo um ar da austeridade, justiça, equilíbrio e sobriedade.

Qualquer um pode abandonar o barco sempre que o desejar. Mas saltar do barco, bem no momento em que as ondas estão agitadas e revoltas e tentar afundá-lo, foi puro e absoluto ato egoísta.

Foi esquecer-se de que aqueles que tanto aplaudiram, apoiaram e alçaram o ex-juiz ao pedestal de herói nacional, continuam no barco.

O seu abandono atiçou os corvos e urubus a embarcarem não como meros passageiros, mas piratas que desejam capturar para si o comando. Mas o barco segue em frente. Não está desgovernado pois há um capitão no timão.

Ademais, só lembrando aos traídos:

“Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do SENHOR!”. (Jeremias, 17:5)

Rev. Edson J. Souza – Alfenas – MG.

da Redação

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