A vacina contra o coronavírus está surgindo, vem de Israel e será fabricada em massa, diz o New York Times

Reportagem publicada nesta segunda-feira (4) no New York Times informa sobre o ‘avanço significativo’ das pesquisas em Israel para o tratamento da pandemia do Covid-19.

Diz o texto publicado no jornal americano:

“Israel isolou um importante anticorpo contra o coronavírus em seu principal laboratório de pesquisa biológica, disse o ministro da Defesa de Israel na segunda-feira, chamando o passo de ‘avanço significativo’ em direção a um possível tratamento para a pandemia do COVID-19.
O ‘anticorpo neutralizante monoclonal’ desenvolvido no Instituto de Pesquisa Biológica de Israel (IIBR) ‘pode ​​neutralizá-lo (o coronavírus causador da doença) dentro dos corpos das transportadoras’, disse o ministro da Defesa Naftali Bennett em comunicado.
O comunicado acrescentou que Bennett visitou o IIBR na segunda-feira, onde foi informado ‘de um avanço significativo na descoberta de um antídoto para o coronavírus’.
Ele citou o diretor do IIBR, Shmuel Shapira, dizendo que a fórmula do anticorpo estava sendo patenteada, após o que um fabricante internacional seria procurado para produzi-lo em massa.

E a matéria do New York Times prossegue com a notícia alvissareira:

O IIBR tem liderado os esforços israelenses para desenvolver um tratamento e vacina para o coronavírus, incluindo o teste de sangue daqueles que se recuperaram do COVID-19, a doença respiratória causada pelo vírus.
Os anticorpos nessas amostras - proteínas do sistema imunológico que são resíduos da superação bem-sucedida do coronavírus - são amplamente vistos como uma chave para o desenvolvimento de uma possível cura.
O anticorpo relatado como tendo sido isolado no IIBR é monoclonal, o que significa que foi derivado de uma única célula recuperada e, portanto, é potencialmente de valor mais potente na obtenção de um tratamento.
Em outros lugares, houve tratamentos contra o coronavírus desenvolvidos a partir de anticorpos policlonais ou derivados de duas ou mais células de ascendência diferente, informou a revista Science Direct em sua edição de maio.”

Neste link a notícia publicada no New York Times: Clique aqui

da Redação

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