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A palavra do renomado virologista Paolo Zanotto: "A morte como ferramenta política" (veja o vídeo)

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Entrevista exclusiva com o virologista Paolo Zanotto

O tratamento precoce com hidroxicloroquina pode salvar vidas, mas a burocracia ou mesmo interesses políticos e econômicos de grandes indústrias farmacêuticas estão dificultando a adoção do medicamento. Em entrevista exclusiva para a TV Jornal da Cidade Online, Dr.Paolo Zanotto, virologista e professor da USP, abordou o tema, trazendo esclarecimentos essenciais para a população. Especialista importante e reconhecido, ele falou sobre como outros países vêm usando o medicamento com sucesso, sobre os pseudocientistas de internet, propagadores de desinformação, e muito mais.

Todos deveriam ouvi-lo, independente da posição política, tendo em vista que a vida dos brasileiros está acima de qualquer disputa ideológica. Confira:

Sobre o uso da cloroquina e hidroxicloroquina

De acordo com Zanotto, o Conselho Federal de Medicina já acatou o uso do remédio, tanto no início da doença, quanto depois, mas falta o Ministério da Saúde atualizar o protocolo:

“O Conselho Regional de Medicina do Maranhão já colocou o tratamento precoce com hidroxicloroquina, azitromicina e zinco como sendo o tratamento recomendado. Tem hospitais de São Paulo que estão usando esse protocolo com sucesso. O mundo inteiro está usando, inteiro não, infelizmente, mas os países que estão usando, estão tendo uma redução dramática de mortalidade. Daqui para frente, é completamente inexplicável e inaceitável as pessoas fazerem oposição a isso”, ressaltou o especialista.

Remédio de esquerda e remédio de direita?

“A burocracia para adotar o remédio tem a ver com um somatório de funções, acho que 90% é ignorância, pura imbecilidade mesmo e aí tem um pouco de interesse, porque tem outras moléculas [remédios], que poderiam dar muito dinheiro para alguns grupos. Tem a questão política, de que esse remédio foi associado com governos de direita. Então, todo pessoal que tem um direcionamento ideológico meio monocromático, epidérmico, vai ter uma reação visceral contra algo que eles veem que pode levantar a bola da oposição política deles. É absurdo estarmos no século XXI e ter esse tipo de barbaridade”, lamentou o médico.

Crime organizado e o tráfico de medicamentos

“Tem um aspecto espantoso, que à medida que vários governos de estado escondem remédios, esses remédios são repassados para o crime organizado, e o crime organizado está vendendo isso para as pessoas, isso já foi confirmado em estados do norte do Brasil e até no Rio de Janeiro.”

Uso da morte como ferramenta política

“Até começar essa bagunça toda, você comprava hidroxicloroquina na farmácia, sem receita. Todos os pacientes de artrite reumatoide, lúpus, estão desesperados, porque não acham na farmácia. Então, que grande favor esses governadores que sequestraram esse remédio, estão fazendo para o povo, além de estarem potencializando a mortalidade em massa? Como é possível jornalistas, heróis da web, um bando de desinformados, ativistas políticos... começarem a gritar contra uma coisa [cloroquina e hidroxicloroquina] que os parentes deles tomam há décadas? Isso é de uma falta de seriedade, de honestidade intelectual, inclusive de compaixão, são pessoas que veem a morte dos outros como ferramenta política”, destacou.

Atila Iamarino enfeitiçado por FHC

O médico também comentou a postura do biólogo Atila Iamarino, que fez previsões catastróficas para o Brasil, dizendo que haveria 1 milhão de mortes pelo vírus chinês no país:

“Atila foi meu aluno de doutorado, fez pós-doutorado no meu laboratório, e fez, depois disso, uma parte do pós-doutorado dele na Universidade de Yale. É uma pessoa muito inteligente, muito capaz, mas acho que ele ficou um pouco enfeitiçado com o dinheiro que vem da Fundação Fernando Henrique Cardoso, levando ele para Lisboa, levando ele pra cima e pra baixo. Eu tenho um pouco de dó, porque ele assumiu uma postura um pouco acrítica com relação a essa situação atual globalista. Ele outro dia disse que não estava nem aos pés da Greta Thumberg! Acho que se diminuir em relação à Greta, com todo respeito, não levanta sua bola. Eu tenho certeza que um dia ele vai entender que não existe mal nenhum em as pessoas não quererem estar sujeitas à servidão.”

Veja a entrevista completa:

da Redação
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