Sem perícia no celular do advogado, PF conclui em 2º inquérito que Adélio agiu sozinho

O segundo inquérito da investigação sobre Adélio Bispo de Oliveira, autor do atentado que quase tirou a vida do então candidato à presidência, Jair Bolsonaro, foi entregue nesta quarta-feira, 13, a Justiça Federal de Juiz de Fora - MG, dando conta que Adélio agiu sozinho, por iniciativa própria e sem ajuda de terceiros.

Os investigadores da Polícia Federal, comandados pelo delegado Rodrigo Morais, concluíram que Adélio foi o único responsável tanto pelo planejamento da ação criminosa, quanto por sua execução.

"O que a investigação comprovou foi que o perpetrador, de modo inédito, atentou contra a vida de um então candidato à Presidência da República, com o claro propósito de tirar-lhe a vida", destacou o delegado Rodrigo Morais.

Entretanto, um fato em específico chamou a atenção.

A conclusão do inquérito não contou com a análise no celular do advogado Zanone Manoel de Oliveira Júnior, que já no dia seguinte do fato, passou a fazer a defesa de Adélio Bispo.

A análise do celular do advogado é uma diligência pendente e fundamental para elucidação dos fatos, mas ainda encontra-se sub-judice.

Por outro lado, causa bastante estranheza a pressa do delegado Rodrigo Morais para encerrar o inquérito. Justamente no momento em que o advogado do presidente Jair Bolsonaro revela que tem uma testemunha-chave que ainda não foi ouvida.

Fonte: G1

da Redação

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