O Brasil aguarda a próxima etapa da Lava Jato. Ministro de Dilma é o alvo

O juiz Sergio Moro trabalhou durante todo o período de carnaval, deixando os gabinetes brasilienses em polvorosa.
Junto com Moro, todos os funcionários do cartório da 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba também permaneceram em atividade. 
Na rua Voluntários da Pátria, sede da Justiça Federal na capital paranaense, durante o período do reinado de Momo, mesmo à noite, as luzes da 13ª Vara permaneceram acesas.
Por outro lado, a carceragem da Polícia Federal em Curitiba, desde a semana passada está completamente vazia.
Desde que a Operação Lava Jato começou, em março de 2014, celas vazias na PF sempre significaram prenúncio de uma nova fase e novas prisões.
A delação premiada do ex-presidente da Construtora Andrade Gutierrez, Otavio Marques de Azevedo, envolve pelos menos dois dos auxiliares mais próximos da presidente da República em uma ofensiva para fazer com que a empreiteira despejasse mais dinheiro na campanha da então candidata petista à reeleição.
A pressão por dinheiro, em pleno ano eleitoral de 2014, teria partido do então tesoureiro da campanha petista, Edinho Silva, hoje ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, e de Giles Azevedo, ex-chefe de gabinete e atual assessor especial de Dilma Rousseff. 
O executivo relatou que sofreu do PT um verdadeiro achaque.
Diante de tais revelações, especula-se que Edinho Silva pode ser o próximo alvo do juiz Moro.
Vamos aguardar.
da Redação

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