A aposta: Uso massivo do trio hidroxicloroquina+azitromicina+zinco pode vir a ser o momento da virada no combate ao Covid-19

Médicos do SUS que entrevistei há menos de 15 dias já chamavam - e eu registrei - o ministro Nelson Teich de Tropeço.

Para se ter uma ideia do que o Brasil ganha com a troca, Teich sequer havia substituído a orientação, propagada pelo site do Ministério da Saúde, dirigida à ampla rede de médicos do SUS, de usar Tamiflu e Dipirona na fase inicial da infecção e hidroxicloroquina apenas em caso de agravamento da doença...

Essas recomendações, multiplicadas à exaustão pelos sites das secretarias estaduais de Saúde, eram chamadas pelos mesmos médicos de Protocolo da Morte, pois induziam os pacientes a perder o momento de uso eficaz da hidroxicloroquina/azitromicina.

É importante nos lembramos que essa orientação era herança do ex-ministro Henrique Mandetta. O Atentado de Manaus resultou no assassinato de 22 pessoas por doses cavalares de cloroquina, justamente para matar a reputação da droga que era defendida pelo presidente da República.

Escrevam o que vou dizer: se o Brasil fizer a partir de agora um uso massivo do trio hidroxicloroquina+azitromicina+zinco vai zerar o número de óbitos pelo virus chinês em 30 dias !

Dirceu Pio. Jornalista

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