O ataque comunista ao Jornal da Cidade Online (veja o vídeo)

24/05/2020 às 06:23 Ler na área do assinante

“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons” (Martin Luther King)

Nessa semana o deputado Eduardo Bolsonaro apresentou gravíssima denuncia em seu canal do YouTube (veja o vídeo ao final do artigo), expressando sua preocupação com o que chamou de “a mais nova estratégia da esquerda para destruir sites e blogs de cunho conservador”. Concordo!

No caso em questão, o parlamentar chamou a atenção para a ação covarde e criminosa de um desconhecido perfil esquerdopata recém aberto aberto na rede social Twitter, denominado Sleeping Giants (“gigantes adormecidos”), contra o Jornal da Cidade Online, de perfil conservador.

A ação do Sleeping Giants reside na velha e conhecida tática de produzir falsas narrativas (vide Joseph Goebbels) com o objetivo de manchar ou destruir reputações (Antonio Gramsci). Nessa toada o “Sleeping Giants” está mais para “Criminal Years”(anões criminosos) ou “Communist Years” (anões comunistas).

Lançado há poucos dias, o referido perfil realizou uma ofensiva (assédio ideológico) junto a dezenas de empresas com publicidade veiculada no Jornal Cidade Online, com o objetivo de desidratá-lo financeiramente; já produziu danos, os quais podem e devem ser objeto de ação judicial para as devidas reparações, sem prejuízo das sanções penais. Vale lembrar que o Sleeping Giants Brasil foi criado na segunda-feira enquanto que o Jornal da Cidade Online tem tradição de mais de quarenta anos dedicado ao jornalismo (inicio em 1978).

Dadas às circunstâncias atípicas, fica evidenciado que o referido perfil goza de robusto financiamento com interesses escusos; não será surpresa se for financiamento externo.

O que espanta é a facilidade e velocidade com que determinadas empresas, incautas, obedeceram pronta e cegamente as mensagens (meras falácias, verdadeiras fake news construídas para destruir reputações) do referido perfil comunista, sem qualquer averiguação ou checagem prévia. Antonio Gramsci ficaria orgulhoso com seu legado.

Em uma das mensagens direcionada à determinada empresa, o Communist Years, digo, o Sleeping Giants manifestou-se (em fake news) desta forma:

“Oii @empresa, tudo bem? Realmente é bom ter a facilidade de usar um app em tempo de pandemia, mas não precisava anuncia-lo em um site conhecido por espalhar Fake News e que é contra o isolamento social. Pls considere bloquear!”

Bastou isso, acreditem, para a incauta empresa de fato “bloquear” um veículo de comunicação com mais de quarenta anos de existência.

As falsas afirmações (“site conhecido por espalhar Fake News” e “é contra o isolamento social”) ganharam ares de verdade absoluta, assegurando o êxito, ainda que temporário, do assédio ideológico perpetrado pelo Sleeping Giants.

Com relação à dinâmica do “assédio ideológico”, transcrevemos trecho da fundamentação do Projeto de Lei 1411/2015 (infelizmente retirado de pauta), de autoria do então deputado Rogério Marinho:

“Quem almeja o poder total, o assalto à Democracia, precisa doutrinar por dentro da sociedade, estabelecer a hegemonia política e cultural, infiltrar-se nos aparelhos ideológicos e ser a voz do partido em todas as instituições. Para eles, é preciso calar a pluralidade, a dúvida saudável e substituir a linguagem, criando um ambiente onde proliferam mitos, inversões, clichês, destruição de reputações e conflitos desnecessários.
Para o totalitarismo vingar, é preciso destruir a coesão social e as tradições da sociedade. Por isso, partidos autoritários necessitam calar a imprensa e os meios de comunicação, dominar o sistema de ensino, estabelecer a voz única, enfim, a hegemonia decantada por Antônio Gramsci (filósofo e político Italiano-1891-1937). Esse expediente estratégico foi utilizado para a conquista e manutenção de poder dos fascistas, nazistas, comunistas e ditadores por várias nações. Hegemonia política significa que a voz do partido deve ser ecoada em todos corações.
Por isso, a propaganda desonesta, o marketing mentiroso, a idolatria por indivíduos, a falsificação da realidade e a tentativa de reescrever a História, forjando o passado.
Essa forma de assédio ideológico está espalhada, como receita política, em documentos do PT, divulgados por eles, denominado de ‘Caderno de Teses’ para o quinto congresso do partido (Deputado Rogério Marinho, PL 1411/2015, ‘Assédio Ideológico’).”

Quem leu alguma coisa de Gramsci e Sartre, sabe que uma das mais valiosas linhas de ação que deveria ser adotada pelos integrantes do partido comunista era aquela destinada a demolir as reputações dos adversários políticos. Trata-se da velha idéia de Lênin (atribuir aos inimigos os crimes que eles mesmos cometiam) repaginada e rejuvenescida. Nada mudou, sendo a mesma tática usada pelo Sleeping Giants.

No livro Assassinato de reputações: um crime de Estado, o ex-secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Jr., que comandou a pasta entre 2007 e 2010, no governo Lula, revela um esquema dos sucessivos governos petistas para perseguir e destruir a reputação de políticos de oposição com dossiês falsos. Em entrevista à revista Veja, Tuma Jr. contou que durante sua gestão foi pressionado várias vezes a produzir dossiês contra adversários políticos do PT.

O processo ocorria sempre da mesma forma: um documento apócrifo era entregue ao Ministério da Justiça, apontando indícios de que um determinado inimigo político movimentava uma conta secreta no exterior. A ordem era abrir imediatamente uma investigação oficial. Depois alguém ficava encarregado de alertar a imprensa. Ao término do esquema, a reputação do desafeto político em questão já estava comprometida.

Como se vê, o Criminal Years, digo, o Sleeping Giants adotou, na íntegra, o ideário de Antonio Gramsci em sua ofensiva estratégica, para minar ou destruir reputações com vistas à asfixiar financeiramente os veículos de comunicação conservadores.

O Sleeping Giants foi criado nos EUA em 2016 para, em tese, chamar a atenção de empresas para o financiamento de sites que publicam conteúdos preconceituosos, racistas, extremistas, propagadores de fake news. A meta do movimento, segundo eles, é alertar empresas para o conteúdo dos veículos e pressionar a retirarem publicidade de páginas na internet que propagam desinformação ou ofensas. “Muitas empresas não sabem que isso acontece, é hora de informá-las”, diz o perfil.

Entretanto, são eles que definem e impõe o que são “conteúdos preconceituosos”, “extremistas”, “fake news”, baseados unicamente no seu viés ideológico, com um detalhe óbvio: desde que os conteúdos a serem combatidos sejam de origem conservadora. Não há noticias de um Sleeping Giants China, Sleeping Giants Venezuela, Sleeping Giants Cuba, Sleeping Giants Coréia do Norte.

O deputado Eduardo Bolsonaro faz denuncia no sentido de que o movimento se trata, na verdade, de uma “milícia virtual” e “uma patrulha ideológica pré-ordenada”.

Com muita razão, Eduardo Bolsonaro conclama ao empresariado que “não se curve ao politicamente correto”. Vou além. O empresariado brasileiro, majoritariamente conservador, deve, inclusive, envidar todos os esforços para não apenas fortalecer os meios de comunicação conservadores, mas também rever seus inadvertidos apoios a meios de comunicação esquerdistas. Guerra é guerra.

Percebe-se cabalmente que no Brasil estamos adentrando numa guerra em outro patamar, cujo adversário deve ser enfrentado à altura, com coragem. A audácia dos maus se alimenta da covardia e da omissão dos bons (Papa Leão XIII).

O ataque ao Jornal da Cidade Online é indicador de que está no caminho certo e incomoda o adversário.

Na política existe o brocado que diz: "ninguém bate em cachorro morto".

Veja o vídeo:

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