A semana da revelação de frases icônicas dos dois líderes antagônicos brasileiros (veja o vídeo)

Já faz tempo que a minha tolerância com esquerdistas e isentões acabou. Não debato mais, não discuto mais. Apenas ignoro.

Primeiro porque não têm argumentos e, assim, partem para o ataque pessoal, argumentação "ad hominem", tentando te desqualificar, por não conseguirem desqualificar os fatos.

Segundo porque, quando argumentam, o fazem com falácias históricas, narrativas delirantes, coisas que só podem ser afirmadas por ignorantes ou maus-caracteres.

Um exemplo? Uma mensagem que me mandaram, há pouco:

"O fascista do Bolsonaro está preocupado com armas, enquanto as pessoas morrem com a pandemia."

No dia 04 de fevereiro, 17 dias antes do carnaval, o governo federal decretou estado de emergência. Governadores ignoraram e prefeitos rasgaram a fantasia, nos 4 dias de "folia".

Em seguida, Bolsonaro passou a defender o isolamento vertical, para que o país não parasse. Novamente foi ignorado e, desta vez, teve as mãos amarradas pelo STF, que rasgou a Constituição e deixou as medidas de combate à pandemia sob-responsabilidade dos governos estaduais e municipais.

O governo Federal já enviou mais de 100 BILHÕES, em recursos, que se perderam em aquisições de respiradores superfaturados, construções de hospitais de campanha (que estão vazios) e um sem-fim de compras e contratos sem licitação.

Vocês acham que a turma da "prudência e sofisticação" está aglomerando pessoas no transporte público por pura burrice? Tolinhos... Prefeitos e governadores estão faturando altíssimo (e fazendo o caixa da próxima eleição), enquanto o brasileiro fica em casa, bovinamente.

Para eles, quanto pior, melhor.

Se querem achar os responsáveis pelas 20.000 vítimas do Covid, não olhem para o Planalto Central. Busquem mais perto. São os estados e municípios que estão "gerindo" a crise.

Mas, claro, para "desconstruir" o questionamento do coleguinha, não podia deixar passar o "Fascista".

Inicialmente, vamos partir de uma premissa óbvia: Se você pode criticar o governo, em uma rede social, dentro do país, então quer dizer que o governo não é fascista.

Nesta semana, tivemos revelações de frases icônicas dos dois líderes antagônicos brasileiros.

Enquanto Bolsonaro disse que "quer todo mundo armado" e "quem não defender família, Deus, armamento, liberdade de expressão e livre mercado está fora do seu governo"; Lula, que há 15 anos desarmou os brasileiros, agradeceu a natureza pela criação do Corona Vírus, porque "esse monstro está permitindo que os cegos enxerguem que só Estado tem a solução para determinadas crises".

Sinceramente, eu NUNCA ouvi dizer que um Fascista tenha defendido armamento civil ou livre mercado. Pelo contrário.

Hitler, que instituiu o desarmamento na Alemanha, com a legislação de 1936, dizia que "a diferença entre o Nacional Socialismo Alemão e o Marxismo é que o Marxismo é contra a propriedade privada e o verdadeiro socialismo não é". Na realidade, porém, as propriedades de Judeus foram tomadas e todo o controle sobre o trabalho e a produção estava nas mãos do Estado.

Mussolini, que fez diversas campanhas do desarmamento durante sua ditadura, Estatizou e sufocou o mercado italiano com burocracia, além de apoiar o seu regime em sindicatos. Instituiu também a "Carta del Lavoro", que deixava as relações trabalhistas sob tutela do governo e que foi copiada por Getúlio (que foi o primeiro a impor restrições de calibres no Brasil) para dar origem à nossa CLT, adorada pela esquerda.

Il Duce, aliás, definia o regime fascista como "Tudo pelo Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado".

Nem de longe é um governante que transferiria poder para o cidadão, ou incentivaria o armamento civil. Era um coletivista. Repudiava liberdades individuais. Em compensação, como o grande genocida que era, com certeza acharia uma pandemia, que deixasse o povo ainda mais dependente do seu regime, extremamente conveniente...

"Poucos estão preparados para admitir que a ascensão do nazismo e do fascismo não foi uma reação contra as tendências socialistas, mas o resultado necessário dessas mesmas tendências." (HAYEK, Friedrich)

Felipe Fiamenghi

O Brasil não é para amadores.

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