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João Dória: O galo não passa de um garnisé e a onça já está bebendo água (veja o vídeo)

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Dória, o boneca de cera, na expectativa de se transformar no líder que projetou para si, se vestiu embrulhado para presente e radicalizou.

"- Eu sou João Dória!".

Pensou ter bala na agulha para enfrentar Jair Bolsonaro.

Arrebanhou uma tropa de imbecis ao estilo Witzel (RJ) e Carlos Moisés(SC) que se puseram no salto junto com os paulistas quatrocentões conspiradores de sempre, que se acham a fina flor da inteligência brasileira: FHC, Celso de Mello, Alexandre de Moraes e catrefa.

Soltou uns caraminguás para a Globo lhe dar sustento editorial e se pôs a cacarejar tentando tomar conta do terreiro.

Mas as coisas não correram como o planejado pelas suas sabichonas assessorias de marketing.

Como se diz aqui em Gaspar/SC, onde se debocha de tudo, "deu um pobleminha na kombi".

Neste domingo (24) vi duas cenas marcantes em dois vídeos.

Um gravado na Avenida Paulista, onde uma corporação da Polícia Militar fazia continência às bandeiras e aos manifestantes em ato de apoio ao Presidente Bolsonaro.

No outro uma massa humana na rua onde mora o governador, gritando "ão, ão, ão, Bolsonaro tem razão!

Desobediência? Insurreição? Não! Coerência!

O blefe (ou a máscara de blush e pancake) do governador se espatifou no chão.

As medidas decretadas por ele não eram as melhores? Não, não eram! Os números dizem isso.

Em meio ao desespero, no improviso geral, decreta um rodizio hoje, antecipa feriados amanhã. Prega a discórdia e a cizânia. Mas a coisa ficou feia.

O galo não passa de um garnisé. Sem caixa para manter a fome da mídia, teve que se curvar à indústria farmacêutica e combater o uso da cloroquina em troca de anúncios milionários da Pfizer nos horários nobres em defesa da "ciência".

O senso de percepção geral já sabe que o engomado governador também vendeu a alma para a China, de quem está sendo apontado como o "representante comercial no Brasil".

Os recortes desta tarde de domingo revelam que o problema nem começou para valer, ainda!

Quero ver quando faltar dinheiro para a folha e para o custeio.

Quando a copeira do palácio lhe negar o café.

Ou quando alguém do povo lhe chutar a bunda que de tão seca, não dá um pastel.

Estou curioso para saber para onde essa "louca de Espanha" vai embora, já que não é amiga de nenhum rei e em Pasárgada, por certo, ninguém lhe quer!

Talvez possa voltar para a China, como um "imperadorzinho genérico".

Veja o vídeo:

Luiz Carlos Nemetz

Advogado membro do Conselho Gestor da Nemetz, Kuhnen, Dalmarco & Pamplona Novaes, professor, autor de obras na área do direito e literárias e conferencista.
@LCNemetz

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