A conclusão sobre o arquivamento do pedido de busca do celular do presidente: “ubis anus, ibus medus”

O STF arquivou o pedido de busca a apreensão do telefone celular do Presidente Jair Bolsonaro.

Vou citar em latim pois em português é chulo: “ubis anus, ibus medus”. (Ou seja: “quem tem... tem medo”).

Bolsonaro já havia dado a letra que ninguém iria pegar seu celular corporativo.

Como se diz aqui em Pomerode/SC, eles “espiam e experimentam, né?”. Mas se bater o pé, esses cagalhões (agora me perdi) carcam.

Guaipecada pulguenta que só late e não morde. Ora, ora, ora... Quem é Celso de Mello, essa caricatura de jurista de merda (opa, me perdi novamente - mas foi o Saulo Ramos quem disse!), para sonhar ter a legitimidade para enfrentar um Presidente com 58 milhões de votos?

Só ele, FHC, a Globo e mais algumas dúzias de políticos mofos da aristocracia medieval acreditaram nesse devaneio.

O Presidente, por sua vez, tem que parar de polemizar com essa bagaceira e com a mídia que ninguém mais lê, nem assiste, respeita ou confia.

E nós, seus eleitores, devemos parar de dar valor para os gemidos dessas hienas desdentadas. Elas querem demonstrar força. Contudo, não representam mais nenhuma ameaça real. Absolutamente nenhuma.

Deixemos essa marginália na estrada rangendo os dentes e relinchando. Respeito ao STF nos rigorosos limites dos seus limites. E vamos cuidar do Brasil.

Se o Presidente precisar de apoio popular, é só abrir a boca.

Em minutos as praças se enchem.

E se a coisa apertar de verdade o povo, que é quem manda de verdade no Brasil, pode resolver por o pé na bunda dessa rafuagem.

Deu para eles!

Finitu est! Sempre democrática e respeitosamente, é claro!

Luiz Carlos Nemetz

Advogado membro do Conselho Gestor da Nemetz, Kuhnen, Dalmarco & Pamplona Novaes, professor, autor de obras na área do direito e literárias e conferencista.
@LCNemetz

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