Corte Penal Internacional para os criminosos do COVID-19

Vivenciamos nos últimos 3 meses, a maior e mais cruel crise sanitária que a humanidade enfrentou no último século.

Os reflexos de todos os matizes serão lembrados e sentidos por muitas décadas, ainda.

Um evento mundial que, pela sua intensidade, pode ser comparado às maiores catástrofes da história da civilização.

Neste contexto que pela sua própria natureza já é uma calamidade, tivemos que enfrentar gente da pior espécie.

Criminosos cujas condutas não podem passar em branco e devem ser apuradas com extremo rigor.

A primeira delas vem do governo Chinês, que omitiu, escondeu, manipulou a pandemia de forma cruel e genocida.

O mundo precisa saber com clareza as fronteiras de até onde os chineses agiram para criar e se beneficiar desta catástrofe.

Se esse vírus foi ou não criado em laboratório com um fim específico?

A China precisa passar pela retaliação histórica, e pagar pelos prejuízos que causou (por ação ou omissão) da mesma forma que os alemães tiveram que pagar pelos crimes do nazismo.

Outra instituição que precisa prestar contas ao mundo e responder por seus atos é a Organização Mundial da Saúde e seu Diretor-Geral Tedros Adhanom Ghebreyesus e sua escandalosa cobertura e proteção dos interesses globais da indústria farmacêutica embutidas nas suas indicações normativas.

A população do mundo precisa saber que interesses movimentaram e estiveram por trás da publicação científica da revista “The Lancet” que atestou com absurda irresponsabilidade a ineficácia do uso da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19 o que foi prontamente adotado como conduta definitiva pela OMS, sem que sua apurada estrutura científica analisasse, se certificasse e confirmasse esses dados, que foram publicados sem o mínimo critério de análise editorial, tendo sido escritos por notórios picaretas.

Neste meio tempo milhares de pessoas morreram em razão dessa indicação misteriosa e claramente politizada da OMS, que recebeu o apoio editorial da grande mídia também financiada por multinacionais farmacêuticas, numa orquestração que se torna a cada dia mais visível e perceptível a olho nu, para induzir a comunidade médica e a população a não usar um remédio que, ao que tudo indica, se mostra eficaz e é extremamente barato e acessível.

Não se pode esquecer, sobretudo no Brasil, dos agentes políticos que deram vazão a essa prática, notadamente dos donos e editores da Rede Globo, Folha de São Paulo, Estado de São Paulo, portais Terra e UOL e sobretudo do líder do mal, o Governador João Dória, que capitaneou os interesses da China, das Grandes Indústrias e levou seu Estado e a população literalmente ao caos.

Precisamos saber se estamos diante de erros ingênuos, de calhordas loucos ou de homicidas agindo em concurso material para lucrar com a morte de centenas de milhares de pessoas.

Os organismos penais internacionais precisam ser acionados em defesa da humanidade, de acordo com o Estatuto de Roma (Art 5º letra b) crimes contra a humanidade), para conhecer, processar e julgar cada um dos responsáveis, como se fez em Nuremberg e como se faz com os crimes de guerra.

E não pensem que isso é um devaneio inacessível.

É só acionar que os processos virão.

Entre os objetivos do TPI estão a prevenção de futuras ocorrências; a paz, bem-estar e segurança e pelo patrimônio civilizatório da humanidade.

Os culpados que apodreçam nas cadeias e sejam definitivamente varridos do convívio social.

Se fossem eles a nos julgar, já estaríamos com um pelotão de fuzilamento pela frente e com um “paredón” nas costas.

Luiz Carlos Nemetz

Advogado membro do Conselho Gestor da Nemetz, Kuhnen, Dalmarco & Pamplona Novaes, professor, autor de obras na área do direito e literárias e conferencista.
@LCNemetz

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