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Proteja-se: Cinco ações para se resguardar da tecnologia 5G

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Existe uma empolgação na extrema-imprensa para que a tecnologia 5G (internet de banda larga para dispositivos móveis) chegue com toda a força ao Brasil. No nível do governo parece não ser diferente, o Vice-Presidente General Hamilton Mourão demonstrou ter alguma queda pela tecnologia ao descrevê-la como potencial modificadora das formas de nos comunicar. Porém, é preciso dizer a população brasileira o risco que essa pretensa evolução tecnológica também está trazendo.

Por exemplo, os rádios AM/FM trabalham com ondas de 10.000 Hertz, os aparelhos celulares 3G e 4G já operam com ondas de 2 bilhões de Hertz. Os roteadores de nossas casas podem atingir até 5 bilhões de Hertz. Mas, a tecnologia 5G poderá nos expor a ondas eletromagnéticas na grandeza de 84 bilhões de Hertz. E as torres de telecomunicação que hoje, por lei, são limitadas a 300 bilhões de Hertz, com a regularização da tecnologia 5G poderão ou aumentar a sua potência ou se proliferarem em cada esquina de rua. (uma vez que a tecnologia 5G exige uma distância entre as torres de até três centenas de metros). Por isso que, com o 5G, sofreremos 30 milhões de vezes mais radiação de electromagnetismo do que na época do rádio - uma tragédia, sem dúvida.

Diante de todo este contexto, o que podemos fazer? Que medidas tomar? Como nos proteger desta monstruosa tecnologia que pode nos custar a saúde? Separei cinco ações possíveis, ou no mínimo, um rascunho do que podemos fazer. Nada aqui é definitivo, mas um rumo para nos proteger de tamanha catástrofe tecnológica.

  1. Fuja das cidades. Como foi dito, para que a tecnologia tenha bom desempenho as torres de celulares e telecomunicação deverão ficar mais próximas umas das outras. As cidades irão se transformar em centros de radiação eletromagnéticas. Carros autônomos, drones, casas inteligentes, câmeras, celulares, e toda uma parafernália ligada em cabos e comunicação wireless formarão verdadeiros microondas cozinhando pessoas dia e noite.

  2. Crie zonas de wireless em sua residência. Esta ação é mais prática para quem mora em casas e não em apartamentos. Não fique espalhando sinal de WiFi por toda a sua casa. Deixe o wireless de seu roteador apenas em uma parte de sua casa concentrando notebook e smart TV neste recinto. Ao passo que os demais compartimentos fique livre de eletromagnetismos.

  3. Tenha um oxímetro em casa. Esta dica é importante principalmente para quem tem criança. Pesquisas têm indicado que a radiação eletromagnética pode afetar as hemoglobinas no transporte de oxigênio no corpo. Sobretudo em crianças e idosos. Por isso tenha um medidor de oxigênio para lhe auxiliar nas tomadas de decisão a respeito das possíveis moléstias que virão.

  4. Use internet de cabo. Sei que praticamente somos obrigados a usar o roteador que a fornecedora de internet nos entrega. Mas, caso possível, use o cabo ligado a um desktop ou direto no notebook ou na TV. Lembre-se: o foco é diminuir a exposição a radiação eletromagnética.

  5. Desligue aparelhos. Houve um tempo no Brasil em que fizemos a campanha do apagão para economizar energia. Hoje temos que fazer campanha para o ‘desliga aparelhos’ para que possamos diminuir a incidência de eletromagnetismos sobre nós. Moro em apartamento e tem smart TV, notebooks, aparelhos de celular, tablet, tudo funcionando 24 horas. O corpo não comporta tamanha pressão de radiação.

Enfim, este é apenas um pequeno panorama do que é possível fazer na esfera pessoal. Agora, na esfera governamental é: não tragam essa arma de destruição em massa para cá pelo amor de Deus.

Foto de Daniel Souza Júnior

Daniel Souza Júnior

Editor do blog Teoritica. Aluno do Programa de Mestrado em Administração da ESAG/UDESC.

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