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Os esquerdistas, o coronavírus e os óbitos: Sem remorso e sem amor ao próximo

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Está se avolumando a quantidade de evidências do Grande Circo montado em torno do Covid-19: hospitais de campanha vazios; números inflados; admissão da eficiência da cloroquina; admissão da ineficiência da máscara; admissão da insanidade da quarentena horizontal.

Mesmo assim, esquerdista nenhum, seja um isentão de rede social ou um delinquente profissional disfarçado de juíz, médico, jornalista ou político, irá se desculpar por ter causado tragédias, suicídios, desemprego e a quebra da economia.

E além de não se desculpar, não sentirá remorso nenhum. Para o esquerdista, ter defendido o cárcere privado de populações inteiras por conta de um vírus de baixa letalidade, e ter privado os doentes dos benefícios da cloroquina, são coisas insignificantes que não abalam as estruturas de sua mente sociopática.

É preciso lembrar que esse tipo humano é o mesmo que tem como heróis genocidas como Stálin e psicopatas como Che Guevara, Marighella e Adélio. Na maneira desse tipo humano pensar, nada é demais ou exagerado se colaborar para a chegada ou manutenção da criminalidade esquerdista no poder.

Pode-se argumentar que há muitos defensores da insanidade quarentenista que não são esquerdistas. Será que isso é verdade?

Claro que há uma parcela honesta que foi enganada. Essa parcela irá se desculpar e se sentir mal por ter prejudicado a si própria e aos outros.

Já a grande parte desses "não esquerdistas" que são quarentenistas, se você pesquisar, terminará chegando em alguém que votou no poste Haddad nas últimas eleições, e que abandonou o PT quando "o partido traiu seus ideais".

Traduzindo essa desculpa em novilíngua do "ex-esquerdista", fica mais ou menos assim: "Fiquei muitos anos na Cosa Nostra, mas abandonei a organização quando percebi que estavam descambando para o roubo, assassinatos e extorsões".

Marco Frenette

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