Prisão de marqueteiro vai 'eternizando' permanência de Marcelo Odebrecht na prisão

O 'acarajé' complicou ainda mais a vida do baiano Marcelo Bahia Odebrecht. Preso desde 19 de junho de 2015, o bilionário empresário viu sua situação ficar ainda mais complicada.
Documentos bancários enviados pela Suiça demonstram a existência de uma rede de pagamentos de propinas por meio de empresas em paraísos fiscais.
A participação da Odebrecht no esquema, até então uma suspeita, está praticamente evidenciada. 
A Polícia Federal achou em uma conta de e-mail usada por Fernando Migliaccio, executivo da empresa, planilha relacionando pagamento da offshore Klienfeld a João Santana, assim como comprovantes de transferências desta offshore e de de uma outra denominada Del Sur.
Estes documentos bancários foram escaneados em um escritório da Odebrecht e circularam por e-mail corporativo do grupo antes de cair no e-mail de Migliaccio. O que, de acordo com a PF, é clara demonstração da participação da empresa na distribuição de propina fora do Brasil, através da utilização de offshores.
O bilionário vai continuar confinado a uma cela de 12 metros quadrados, que divide com mais dois presidiários.
Ele até o momento insistia na tese de sua inocência, alegando que nunca havia se envolvido em questões específicas de licitações, tampouco participado de negociações de contratos com clientes, inclusive a Petrobras.
As novas descobertas praticamente supultam toda a linha de defesa até então adotada por Marcelo Odebrecht. E agora?
da Redação

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