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Ditadura da toga: Deputado Daniel Silveira encara o ministro do STF, Alexandre de Moraes (veja o vídeo)

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A Polícia Federal cumpriu 21 mandados de busca e apreensão na terça-feira (16) e o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) foi um dos alvos.

As diligências foram autorizadas pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, no âmbito dos inquéritos das fake news e de financiamento a supostos atos ‘antidemocráticos’.

Em entrevista exclusiva à TV Jornal da Cidade Online, o deputado comentou o caso, citando também a perseguição ao ministro Abraham Weintraub e à ativista Sara Winter, na tentativa de criminalizar a direita brasileira.

“Levaram meu celular pessoal, desbloqueei, entreguei, não tenho rabo preso. Fui à sede da Polícia Federal para ter acesso ao inquérito e depor, mas fui porque quis ir, não por determinação do Alexandre de Moraes, e vou porque quero, para deixar isso muito claro. Está nítido e claro o momento tenebroso que o Brasil vai atravessar. É um poder que exagera nas suas funções, toma decisões monocráticas, quando deveria ser de colegiado, eles tomam decisões ao arrepio da lei, invadem poderes, acham que mandam no Brasil”, ressaltou o deputado.

STF: ministros apadrinhados

Em maio deste ano, Daniel Silveira apresentou uma proposta de emenda constitucional que endurece as regras para nomeação e composição do STF. Segundo o parlamentar, a mais alta corte do Brasil não tem juízes, e sim apadrinhados.

“O próprio ministro Alexandre de Moraes tem uma vida pregressa pública totalmente repudiável. Ele atua por partidos, a mídia mesmo veiculou, não sou eu que estou dizendo, que inclusive ele defendeu o partido e o próprio PCC estava envolvido, foi citado em mais de 200 inquéritos de empresas com processos, e é ministro do STF”, alerta o parlamentar.
da Redação
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