Do inferno que vamos escapando!

Aos poucos vamos sendo libertados...!

Não fosse a pressão social, não entraríamos muito em breve no mais absoluto inferno econômico?!

Ou já não teríamos entrado?!

Quero acreditar que ainda não, ao menos não totalmente, conquanto as perdas sejam já imensas!

Mas, a quem ainda não estará claro, que se não fossem as vozes dissonantes desse apavorante cortejo fúnebre promovido pelo consórcio midiático e político que inaugurou o discurso da morte sem fim, não permaneceríamos confinados, e estes, mais ainda “empoderados”, a ponto de chegarmos à desesperadora imagem da última empresa quebrando, do último homem morrendo em sua casa, exangüe pela inanição ou por doenças físicas originadas na mais profunda depressão?!

Não fosse a pressão, a imprensa ficaria ainda mais forte, mais rica e os políticos ‘profissionais’ da tunga, igualmente mais ricos e fortes, ao prolongar-se ao infinito um “remédio” (a quarentena) que nos mataria da ‘cura’ prometida!

Quando viria nosso “habeas corpus” coletivo em favor da cidadania, se não fosse a sábia desconfiança popular que iniciou a pressão, pois que a pretexto da pandemia, muitos gestores roubaram bilhões, roubam-nos como jamais - ao menos não em tempos ‘epidêmicos -, nos tais contratos de urgência, superfaturados, escondidos no discurso do ‘belo’ clima de terror que nos impuseram: “deixem-nos roubar, ou não serão salvos? Afinal, é melhor que façam vista grossa a não terem vista nenhuma?!”

Cada vez fica mais claro um binômio: os que mais nos apavoraram, foram os que menos medo tinham do fim do mundo que anunciaram, e foram eles mesmos que da pandemia mais se aproveitaram!

A rima é triste, como a humana ignorância que não aprende a contestar!

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