Rede Globo: Isso não é profissionalismo! Ética e moral, muito menos

A mídia, especialmente, o Grupo Globo, estampou em suas manchetes do dia 17 de junho, tentativa de desqualificar a fala do presidente, que naquele mesmo dia, criticou medidas da quebra de sigilo bancário por parte do STF, com onze parlamentares atingidos, sendo 10 deputados federais e um senador. Todos apoiadores do governo federal.

Disse o presidente:

"Eles estão abusando. Isso está a olhos vistos. O ocorrido no dia de ontem, quebrando sigilo de parlamentares, não tem história nenhuma vista em uma democracia, por mais frágil que ela seja"

A base para essa tentativa de desqualificar o presidente é a citação de vários outros parlamentares que também tiveram seus sigilos bancários quebrados.

Vamos aos parlamentares citados, e o ministro da sentença:

  • Fernando Collor em 2015 (Teori Zavascki);
  • Renan Calheiros em 2015 (Teori Zavascki);
  • Eduardo Cunha em 2016 (Teori Zavascki);
  • Aécio Neves em 2017 (Marco Aurélio de Mello);

Um ex-presidente também foi citado (ainda na função); Michel Temer, em 2018, pelo STF (Luís Roberto Barroso).

Foram citados ainda, dois ex-governadores e um deputado federal, porém, pelo STJ; Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão, e Flávio Bolsonaro, respectivamente.

Muito bem...

Em evidente descaso com o conteúdo de sua fala, vez que o presidente, implicitamente, se refere ao formato de “baciada” da quebra de sigilo bancário (11 parlamentares de uma só vez), a mídia, maliciosamente, trabalha e manipula a informação para tal desqualificação.

Há em comum nestas quebras de sigilos bancários citadas, apenas personagens, não alinhados politicamente pela esquerda brasileira. Denota-se, portanto, justa causa nas críticas atuais do viés protetivo que os membros do STF dão a ala esquerda de nossa política.

Sem querer fazer ilações, notamos que das quatro quebras de sigilos bancários citadas, três são sentenciadas pelo ministro Teori Zavascki, morto em acidente aéreo em janeiro de 2017... Sem mais delongas!

Devo mencionar, ainda, que a matéria não cita mais casos, mas não sou eu que vou fazer esse trabalho por eles. Hão de ter seus motivos, que podem estar envoltos em seus interesses ou de seus apaniguados, inclusive, quem sabe, apenas por falta de competência para isso.

O tempo urge... Os "profissionais" da mídia, urram.

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